Terça-feira, 2 de Agosto, 2011


Katy Perry, Fireworks

Foi com o avançar da conversa… perto dos 4.00 ganho balanço… aos 7.30 já estou lançado, aos 9.45 então…
(o despacho não é da ministra, mas da secretária de Estado, burro! e estava calor no estúdio, deixei a camisa demasiado aberta, eu sei… 😛 )

NEI confirma oferta superior a 100 milhões pelo BPN

O Núcleo Estratégico de Investidores (NEI), que confirmou hoje que ofereceu mais de 100 milhões de euros pelo BPN, fala em “David contra Golias” na privatização do banco e adiantou que pediu uma reunião ao ministro das Finanças.

Mas quantos mil milhões ficam a arder na mesma?

Amanhã é possível que o Calimero já tenha a maior parte da audição carregada, anotada e comentada. Por enquanto fica aqui um aperitivo deixado pelo Livresco, com os principais destaques.

Mais logo é capaz de estar disponível a introdução que fiz à coisa na TVI24 e na qual, disse-me uma colega, parece que fui um bocadito mais duro do que a média.

O problema é que o desenvolver da audição era capaz de ter suscitado comentários um pouco mais fortes, tão fraca foi a qualidade das intervenções da generalidade dos muitos deputados intervenientes (salvaram-se Miguel Tiago e Ana Jorge, perdendo um pouco as duas Ritas por quererem ser demasiado agressivas nas intervenções), assim como dos secretários de Estado, muito hesitantes nas respostas e quase empurrados pelo ministro para falarem. Nesse aspecto a secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário teve a presença claramente mais fraca, parecendo estar mesmo fora de água.

Se nos 23 titulares a custo se encontra uma boa equipa de futebol de 5, com os suplentes atinge-se um quinto dos deputados em exercício e chora-se.

Aqui (destaque para o Doutoramento em Doutoramento de uma das vices…).

Numa audição na Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, Nuno Crato indicou que a avaliação externa – que se traduz nas aulas assistidas – tem “algumas limitações”, só se fazendo “em alguns escalões” e “para quem a requeira”.

Em declarações aos jornalistas no fim da audição, o ministro destacou que “as aulas assistidas têm custos” e que no modelo que o Governo irá apresentar a 12 de Agosto “tudo será conhecido”.

“Carta aberta” ao sr. dr. Nuno Crato

O sr. Nuno Crato assumiu funções e nunca teve uma palavra de apreço relativamente aos professores com relação à perseguição sórdida movida pelo Partido Socialista: NEM UMA!

Afirmar que fazer implodir o ME era o melhor que poderia acontecer, foi, mais do que uma expressão infeliz, uma frase de demagogo.

Como é que se assume estar à frente de um Ministério que se despeitou em tempo idos? Já se esqueceu do que afirmou sr. Nuno Crato? Foi ou não foi infeliz nas afirmações? O mínimo que poderia ter feito era apresentar um pedido de desculpas formal aos serviços que tutela, logo que assumiu o cargo, e, acredite, teria feito a diferença: quando não se respeita a “equipa” que se “chefia”…

Sr. Nuno Crato estive numa DRE, não faltei um único dia e trabalhei o melhor que sabia e me competia. Se o meu trabalho desempenhado na DRE foi essencial e se um funcionário de carreira técnica o poderia ter feito? NÃO!

Só populistas, parvos e demagogos é que afirmam que numa DRE não se faz nada e não tenha dúvidas que as DRE só funcionam com eficiência e para a Educação se tiverem uma determinada percentagem de professores de x em x anos em mobilidade/destacamento porque a escola não pode ser uma entidade “lá longe”.

Sr. Nuno Crato, vim-me embora da DRE pelo próprio pé, não aceito é que um Ministro da Educação venha, acintosamente, desprezar o meu trabalho na DRE, afirmando que, um lugar de um professor é na sala de aula (sempre?), dando a entender que todos os professores que se encontravam em mobilidade nos serviços do Ministério andavam pelos cantos sem fazer nada (se eram dispensáveis assim tão facilmente…)

Mais:  Sr. Nuno Crato você não teve uma única palavra de agradecimento, estima e apreço relativamente aos excelentes profissionais que eu conheço e com os quais convivi diariamente na DRE que dispensou tão facilmente, vai ver que, a grande maioria, vão fazer falta.

Não, sr. Nuno Crato! Não aceito este tratamento de leprosos que destinou a estes profissionais, sendo que, muito deles nem horário têm de volta às escolas de origem.

Sr. Nuno Crato escreva num papel:

Os serviços do ME (carreira técnica e professores em mobilidade) não lhe perdoam o despeito com que nos brindou desde sempre.

Mais: só é respeitado quem se dá ao respeito! (ao parece você ainda não percebeu esta “máxima”…)

Quanto aos professores na generalidade sr. Nuno Crato: dispensamos uma Maria de Lurdes Rodrigues de calças!

Assinado:

Livresco

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