Sábado, 30 de Julho, 2011


Beautiful South, Perfect 10

Caro Paulo
Já não entendo nada.
Ainda na quinta feira recebemos este e-mail na escola oriundo da DREC. Temos a distribuição feita contemplando 8 turmas EFA de nível secundário e 3 de nível básico e preenchemos a aplicação informática de indicação da componente lectiva com esses dados.
A.

Pode divulgar à vontade

Exmo.(a) Sr.(a) Director(a)/ Presidente da Comissão Administrativa Provisória

Na sequência das orientações enviado à ANQ por parte do Gabinete de Sua Excelência a Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, informamos que as ofertas de dupla certificação de jovens e adultos integradas no Sistema Nacional de Qualificações (CEF, EFA, Cursos Profissionais e formações modulares certificadas) não sofrerão qualquer alteração para o próximo ano lectivo, pelo que as Escolas deverão preparar o ano lectivo como estava previsto.

Com os melhores cumprimentos,

A Directora Regional
Helena Libório

E afinal… não é que a primeira informação aqui divulgada até estava certa?

O resultado disto tudo é não se conhecerem ao certo os horários disponíveis e… tudo está a acontecer de forma surreal… em que ninguém assume exactamente nada e se faz uma governança por telefone.

Ministério suspende novas turmas para adultos

Por causa do adiamento, há mais professores sem componente lectiva. E, por falhas na informação, está instalada a confusão.

(…)

Nos cursos EFA estavam inscritos, no ano passado, cerca de 78 mil pessoas. Por causa de uma nova circular da DRLVT, vários directores e professores acreditaram que podiam avançar para a abertura de novas turmas. Agora a confusão parece instalada.

O primeiro comunicado da DRLVT foi feito na quarta-feira. Precisamente o último dia do prazo dado às direcções de escolas e agrupamentos para indicarem à Direcção-Geral de Recursos Humanos da Educação (DGRHE) quais os professores sem componente lectiva no próximo ano – depois de conhecido o número de alunos inscritos e os respectivos cursos.

“Aqui na escola já tínhamos tudo apurado quando chegou a informação de que não abririam para já as novas turmas dos cursos EFA – foi um momento de forte impacte emocional, porque de um momento para o outro, sem que nada o fizesse prever, mais dois professores ficaram com horário zero e obrigados a concorrer para Destacamento por Ausência de Componente Lectiva (DACL)”, descreveu ontem, em declarações ao PÚBLICO, José António Sousa, director da Escola Secundária D. Dinis, de Lisboa.

Ao fim do dia de anteontem viveu-se um segundo momento de confusão, graças a uma segunda nota da DRLVT em que se informava que “as ofertas de dupla certificação de jovens e adultos integrados no Sistema Nacional de Qualificações (CEF, EFA, cursos profissionais e formações modulares certificadas) não sofrerão qualquer alteração para o próximo ano lectivo, face ao que estava planeado”. No blogue de Paulo Guinote, por exemplo, a afirmação foi interpretada como um recuo do Governo e José António Sousa admite que o mesmo tenha acontecido em vários estabelecimentos de ensino.

“Num primeiro momento, eu próprio pensei que era assim”, admite o director da Secundária D. Dinis que, depois de pedir um novo esclarecimento, foi informado pela DRELVT de que não havia alterações “em termos de matéria curricular, mas que as escolas deveriam continuar a aguardar autorização para abertura de novas turmas e afectação de recursos humanos nos casos dos cursos de EFA”.

Ex Sr Professor Paulo Guinote

No último Conselho Municipal de Escolas, realizado em Guimarães no mês de Julho, para nosso espanto, a vereadora da educação desta cidade, afirmou que a Câmara desta cidade,  paga há muitos anos, os transportes dos alunos das freguesias de Guimarães para o estabelecimento de ensino privado, cooperativa Didáxis, que se encontra situado no concelho de Famalicão. As escolas de algumas freguesias do Concelho de Guimarães tem diminuido os seus alunos dado que estes se deslocam para a dita cooperativa, financiada pelo estado e neste caso, também, pela Câmara Municipal de Guimarães. Havendo oferta pública nesta freguesias, é incompreensivel esta cooperativa para além da ajuda do estado tem ajuda de uma Câmara de outro Concelho, prejudicando desta forma as escolas públicas da área pedagógica a que os alunos pertencem..

Cumprimentos,

(Pela) Comunidade Educativa de Guimarães

Tem autorização para publicar

Resultados da sondagem sobre os sete princípios propostos pelo MEC para o novo modelo de ADD:

Mais de 55% espera novos elementos e mais de 8,5% não faz ideia, o que faz quase dois terços dos votos. 17,6% estão claramente contra e 10,8 a favor com 7,9% a ficar no fio da navalha.

É decisiva a concretização anunciada para dia 12 de Agosto. Até lá, o assunto será tratado por mim apenas de forma episódica.

Escrito originalmente em 1950:

O Português gosta de fazer projectos vagos, castelo no ar que não pensa realizar. Mas no seu íntimo alberga uma certa esperança de que as coisas aconteçam milagrosamente.

O divertido é que – e esta acrescento eu – o Português que concorda com isto tem tendência a achar que são apenas os outros que são Portugueses e ele a excepção. Tanto maior excepção quanto nada faz, por vezes nem os castelos no ar, espera que até isso façam por si.

E sim, tenho espelhos em casa.

Porque foi a primeira coisa em forma de livro que publiquei com os amigos e colegas de muitos anos. Porque quase 20 anos depois vai merecer reedição, revista e aumentada com um ou outro pequeno luxo (fotos, em primeiro lugar) dos tempos que correm e graças à simpatia e apoio do Rui Loureiro.

1993

2011

Conteúdos aqui.

Cursos só vão funcionar quando houver financiamento comunitário

Ministério suspende novas turmas para adultos

O Ministério da Educação suspendeu a abertura de novas turmas para ensino de adultos, que fica agora dependente de garantia de financiamento comunitário. No ano lectivo passado havia mais de 78 mil pessoas inscritas neste sistema.

A DGIDC enviar regras para a elaboração de horários no dia 29 de Julho com indicações que, a serem cumpridas, levariam a refazer horários previstos até dia 28 de Julho, de acordo com as determinações da DGRHE para comunicação das situações de ausência de componente lectiva?

Falta a vontade ou a coragem política para assumir soluções alternativas.

Quotas vão manter-se na avaliação dos professores

As quotas para as classificações de mérito vão manter-no no próximo modelo de avaliação docente, confirmou hoje Nuno Crato, ministro da Educação e Ciência.

A 8 de Janeiro de 2010 foi assinado um acordo que manteve as quotas no ECD e na ADD. Eram os tempos do idílio de Isabel & Mário. Desta vez, tenha a absoluta certeza que não haverá acordo, porque as afinidades e cores são outras.

Com base no que vi e li desde a tarde de ontem, a partir de 12 de Agosto não existirá qualquer tipo de negociação. Vai-se inverter o que se passou nos tempos de MLR, quando uma das partes fazia o que entendia usando a negociação como mero pretexto.

De certa forma, será um regresso às origens.

Mas o MEC colocou-se a jeito ao, depois de ser omisso nos princípios quanto às quotas, ter na conferência de imprensa optado por se resguardar no SIADAP. Mas o pior foi ter dito que, sem quotas, provavelmente seríamos todos excelentes. Nessa declaração há algo de desnecessária desconfiança em relação à honestidade alheia. Nuno Crato sabe que há métodos para substituir as quotas. Podem não ser fáceis, poderiam despertar alguma hostilidade. Mas nunca tanta como as quotas.

Nuno Crato apresentou aos sindicatos o documento com os sete princípios gerais para avaliação dos professores.

Estou a ficar cansado da desonestidade intelectual de certas criaturas. O IP está parcialmente apagado mas é o mesmo, usado pela mesma pessoa, numa prática recorrente, para parecer ser mais do que é.

Boa noite, Paulo Guinote
Este email chegou hoje ao email institucional da minha escola, às 18h22, proveniente da DGIDC.
Leia e divulgue pois parece-me que tem pano para mangas pois vai fazer muito estrago.
O DL 18/2011 (e não o DL 8/2011, conforme está escrito) foi revogado pela Assembleia da República mas as orientações do ME para a nova carga horária que foram colocadas no sítio do ME não têm força de lei. Pelos vistos nem um Decreto-Lei que já foi revogado pela Assembleia da República. E com o DL 18/2011, EVT é leccionada por …. 1 professor.
Cumprimentos.

——– Mensagem Original ——–

Assunto: Preparação do ano lectivo 2011/2012 –
Data: Fri, 29 Jul 2011 18:22:36 +0100
De: DGIDC <dgidc@escolas.min-edu.pt>
Para: todos@escolas.min-edu.pt

Exmo.(a) Senhor(a) Director(a)/ Presidente da CAP,

Na sequência do Despacho/Informação n.º 10/DF/SEEBS/2011, de 29 de Julho de 2011, de S. Exa. a Senhora Secretária de Estado do Ensino Básico e Secundário, e no sentido de assegurar as condições necessárias à preparação do ano lectivo de 2011 e 2012, informa-se o seguinte:

1.    Para o ano lectivo 2011/2012 vigoram as cargas horárias divulgadas no Decreto-Lei 8/2011 e Decreto-lei n.° 50/2011 de 8 de abril.

2.    A distribuição do serviço letivo deve obedecer ao estipulado nos artigos 2° e 3º do Despacho 5328/2011 de 28 de março, a partir da avaliação realizada nos termos do artigo 16° do mesmo diploma.
Mantém-se em vigor o Despacho 14026/2007 de 3 de julho com a redação que lhe foi conferida pelo Despacho 13170/2009.
Embora esta seja uma competência do Conselho Pedagógico, reiteram-se alguns princípios a ter em conta, na elaboração dos horários dos alunos:

·         As disciplinas de línguas estrangeiras e de Educação Física não devem ser lecionadas em dias seguidos;

·         Sempre que as atividades escolares decorram no período da manhã e da tarde, o intervalo do almoço não poderá ser inferior a uma hora para estabelecimentos de ensino dotados de refeitório e de uma hora e trinta minutos pare os restantes;

·         O horário deve ter uma distribuição letiva equilibrada, de modo que não existam dias muito sobrecarregados;

·         Nos dias com um maior número de aulas os horários deverão ter uma distribuição onde se integrem disciplinas de carácter teórico e disciplines de carácter prático;

·         No mesmo dia, o número de aulas curriculares não deve ultrapassar 4 blocos de noventa minutos = 8 tempos lectivos de quarenta e cinco minutos.

·         Na distribuição da carga lectiva semanal deve evitar-se a existência de aulas isoladas e de tempos lectivos desocupados.

3.    A decisão das questões relativas às alíneas a), b) e f), do Anexo III do Decreto-Lei 8/2011 compete aos órgãos próprios da escola, respeitando o disposto nas mesmas. No caso da alínea f) do anexo acima citado a carga horária é distribuída pela Língua Portuguesa ou Matemática ou para atividades de acompanhamento do estudo. Assim, não pode ser usada para o reforço da carga horária de outras disciplinas.

4.    No ensino artístico especializado será publicada, brevemente, uma alteração legislativa à Portaria 691/2009, com vista a assegurar a:

·         Harmonização das cargas horárias das áreas disciplinares de Língua Portuguesa e Matemática entre o ensino regular e o EAE da Música, Dança e Canto Gregoriano, nos 2° e 3° ciclos, e das Línguas Estrangeiras, no 3º ciclo, com o ensino regular;

·         Manutenção da área não disciplinar de Formação Cívica;

·         A exclusão da Oferta de Escola, apenas aplicável ao Curso Básico de Dança.

5.    Para implementação dos novos PPEB estipula-se o seguinte:

·         Todos os professores de Língua Portuguesa/Português continuem a usufruir de um bloco de 90 minutos da componente não lectiva, no seu horário escolar, destinado à realização de sessões de trabalho comum;

·         Os professores que receberam formação sobre o novo PPEB nos anos lectivos anteriores (2009/2010 e 2010/2011) utilizem o bloco de 90 minutos da componente não lectiva, no seu horário escolar, para acompanhamento das sessões de trabalho e esclarecimento de eventuais dúvidas dos seus colegas.

Com os melhores cumprimentos

A Directora-Geral da DGIDC

     (Alexandra Marques)