Este é apenas um exemplo:
Paulo,
A situação é particular (na minha escola) mas penso que se passa em mais escolas. No meu departamento, 8 professores pediram a reforma, algumas já em Novembro. Claro que não sabemos quando vem, portanto, vamos ter que dar horários a todos. Com isto, três professores (da minha idade e com muitos anos de escola) vão ter que concorrer e acho que pode não ficar por aí
Quando a reforma vier, vão ficar à deriva muitas turmas para contratados que ninguém conhece, em oferta de escola. Enquanto isso, bons professores da escola tiveram que sair. Nada disto faz sentido, devia haver algum mecanismo para pôr esta gente a fazer outros serviços e não prejudicar os miúdos, porque eles são os mais prejudicados. Algumas das professoras até teriam continuidade das turmas, uma delas iria dar 12ºs anos, portanto é todo um trabalho que é interrompido.
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E, acrescento eu, nas escolas com EFA, a situação também começa a ser algo caótica em matéria de DACL. O arranque do próximo ano lectivo não se prenuncia nada bem. Será que isto é resultado da acção directa desta equipa do ME ou, como em outras coisas, foi a máquina a avançar?