No Parlamento. Sobre o imposto extraordinário que leva grande parte do subsídio de Natal. Em outros tempos escorreria sangue pelo ecrã da televisão.Nos tempos que correm, o tempo nem chega ao das televendas, tão fraquinho o nível dos protagonistas e argumentos.

Salvan-se a sobriedade do ministro das Finaças e a acutilância de Honório Novo. O PS está perdido, o Bloco idem e o PSD e o CDS encostam-se à maioria e mal se esforçam por querer parecer coerentes com as suas posições sobre política fiscal.