Terça-feira, 19 de Julho, 2011


Mistery Jets, Two Doors Down

El próximo jueves 21 de julio, a las 22:00 h., tendrá lugar, en la rua dos Saboeiros (calle Bravo Murillo) de Olivenza. la noche de fados “O luar na chuné”, organizada la asociación cultural Além Guadiana, con el patrocinio del bar Limbo y la colaboración del Ayuntamiento de Olivenza y diversas casas comerciales. “Noite de Fados” pretende recrear el íntimo ambiente del fado en un rincón de esta popular calle, trayendo a los oliventinos las voces y acordes de uno de los géneros más representativos de la música portuguesa, nacido en las tabernas de barrios humildes de época.

Actuarán los fadistas Toy Faria, Partícia Leal y João Ficalho, acompañados por la guitarra de João Esquetim y la viola de João Ficalho. El evento es una muestra del interés por ofrecer una dimensión cultural desde los locales de ocio, así como del apoyo de diversas entidades de la localidad por fomentar el acercamiento cultural a Portugal.

 

 

Não tenho tendência para confundir aquilo que ouço dizer ou as minhas opiniões com o que se vai concretizar. Pelo que, neste momento, projectar um novo modelo de ADD, com base no que é sabido ao certo, é um exercício demasiado prematuro.

Uma certeza eu tenho: não vai ser como eu gostaria que fosse, embora deva ser bem melhor do que a que temos.

E mais outra certeza: vai certamente desagradar a muita gente, uns por convicção, outros porque ficarão algo atemorizados.

As quase certezas já vão correndo por aí: os ciclos de avaliação serão maiores e talvez equivalentes aos escalões da carreira. E vão existir aulas assistidas para toda a gente ou quase. E os relatores internos terminarão. E os resultados dos alunos, atendendo à inexistência de uma base alargada de exames até ao 9º ano, dificilmente poderão entrar, de modo universal, nessa avaliação.

As dúvidas: como se articulará uma avaliação externa que agora quase todos reclamam com a necessidade de ancorar essa mesma avaliação em elementos internos que só ao nível da escola/agrupamento e mediante um contacto mais permanente podem ser detectados? Como será a forma final de apresentação de uma eventual autoavaliação? Quem constituirá um potencial júri final da avaliação? Como será diferenciada a avaliação para quem tem funções específicas na escola? As aulas assistidas serão pré-programadas ou decorrerão num prazo de tempo determinado, mas sem indicação do dia? As primeiras dessas aulas servirão para uma mera avaliação formativa?

Muitas dúvidas… mas algumas pistas…

Que maldade…

Fenprof: ‘Pior do que os anteriores não há-de ser’

Mário Nogueira e Nuno Crato estiveram reunidos pela primeira vez na tarde desta segunda-feira. O secretário-geral da Federação Nacional dos Professores (Fenprof) mostrou-se esperançado num bom entendimento com o novo ministro da educação, considerando que “pior do que os anteriores não há-de ser”.

O que é preciso é dranquilidade

É que andam por aí alguns nervosismos: uns querem acertar nos parâmetros do futuro modelo de ADD e todos os dias apresentam teorias novas e por vezes contraditórias, enquanto outros querem mostrar o verdadeiro caminho para a luta político-partidário-sindical, perdendo-se em propostas disparatadas e cegos por desafeições pessoais.

Em devido tempo tudo acontecerá e será conhecido. Para quê tropeçar nos próprios pés? Andam em busca de um Lurditas d’Oiro?

Agradecendo à Ana Silva o ter-me enviado uma destas referências:

Atlanta schools created culture of cheating, fear

ATLANTA — Teachers spent nights huddled in a back room, erasing wrong answers on students’ test sheets and filling in the correct bubbles. At another school, struggling students were seated next to higher-performing classmates so they could copy answers.

Those and other confessions are contained in a new state report that reveals how far some Atlanta public schools went to raise test scores in the nation’s largest-ever cheating scandal. Investigators concluded that nearly half the city’s schools allowed the cheating to go unchecked for as long as a decade, beginning in 2001.

Administrators — pressured to maintain high scores under the federal No Child Left Behind law — punished or fired those who reported anything amiss and created a culture of “fear, intimidation and retaliation,” according to the report released earlier this month, two years after officials noticed a suspicious spike in some scores.

The report names 178 teachers and principals, and 82 of those confessed. Tens of thousands of children at the 44 schools, most in the city’s poorest neighborhoods, were allowed to advance to higher grades, even though they didn’t know basic concepts.

One teacher told investigators the district was “run like the mob.”

“Everybody was in fear,” another teacher said in the report. “It is not that the teachers are bad people and want to do it. It is that they are scared.”

For teachers and their bosses, the stakes were high: Schools that perform poorly and fail to meet certain benchmarks under the federal law can face sharp sanctions. They may be forced to offer extra tutoring, allow parents to transfer children to better schools, or fire teachers and administrators who don’t pass muster.

Experts say the cheating scandal — which involved more schools and teachers than any other in U.S. history — has led to soul-searching among other urban districts facing cheating investigations and those that have seen a rapid rise in test scores.

Teachers Implicated In Atlanta Cheating Scandal Told To Resign Or Get Fired

The 178 educators implicated in the Atlanta Public Schools’ cheating investigation received letters in their mailboxes Friday from interim Superintendent Erroll Davis. The message: Resign by Wednesday, or get fired.

The announcement comes after Davis replaced four area superintendents and two principals as a result of the investigation into alleged cheating by teachers, revealed early this month. APS Human Resources Chief Millicent Few resigned Monday. Investigators accused Few of illegally ordering the destruction or altering of important documents that evidenced the cheating.

The report determined that teachers in at least 44 of the 56 schools had participated in various forms of cheating, including erasing and correcting wrong answers on students’ answer sheets for mandated standardized tests.

Davis’ office will accept resignations Monday through Wednesday, the Atlanta Journal Constitution reports. After Wednesday, the district will commence termination proceedings.

Aqui: DOC_GAVE_MATEM A_635_Fase1.

Phone-hacking: Rupert Murdoch and Rebekah Brooks face MPs – live

Rolling coverage of all the day’s developments as Rupert Murdoch, his son James and Rebekah Brooks face MPs’ questions over phone hacking.

Vou aqui resumir alguns pontos sumários acerca do facto de, após a publicitação oficial dos critérios de classificação dos exames, serem distribuídos pelos classificadores critérios adicionais, rotulados como confidenciais e não divulgados no site do GAVE:

  • O facto de todos os anos ser necessário prestar esclarecimentos aos professores classificadores acerca da forma como melhor devem ser pontuadas certas respostas não implica que essa prática se deva traduzir num documento de 4, 6 ou 9 páginas de critérios adicionais ou esclarecimentos. Isto apenas revela que o exame e os critérios não foram testados devidamente no período da sua concepção. Uma coisa é e esclarecer uma meia dúzia de dúvidas que surgem de forma regular pelo país, outra produzir um documento quase equivalente ao original (caso de Físico-Química A). O facto de existirem más práticas ou práticas altamente discutíveis no passado, não iliba os erros do presente e muito menos que eles não se acautelem para o futuro.
  • Se os critérios iniciais são divulgados no site do GAVE para que os alunos os possam conhecer e a própria comunicação social os reproduzir (caso do Público que muitas vezes os divulga), não se compreende porque se rotulam como confidenciais os critérios adicionais, não sendo divulgados da mesma forma, mas apenas distribuídos pelos professores classificadores. Isto revela uma prática estranha, pouco transparente e que torna desigual a situação de alguns professores, no caso de solicitados a apoiarem o recurso dos alunos. Há aqueles que sabem todos os meandros da classificação e outros que só conhecem os oficiais. O mesmo para as famílias e alunos, obviamente.

Tudo isto para reforçar a ideia de que os exames não podem ser encarados como uma tarefa anual, experimental, com critérios agora assim agora assado, seja na concepção como na classificação. O que está em causa não é quem produz ou entrar na disputa sobre a sobrevivência do GAVE e em que moldes. O que está em causa é a falta de rotinas adequadas de produção, testagem e validação dos exames e respectivos critérios.

Fazer exames não pode ser uma coisa gira que se faz um par de anos, a convite, e se não correr bem nunca se sabe quem foi responsável. Sim, eu sei que há uma espécie de protocolo e que, formalmente, a produção de exames segue um circuito relativamente padronizado. O problema é que, de forma bem clara, algo não está a funcionar bem.

A primeira reunião entre a Fenprof e o ministro Nuno Crato

Do site da Fenprof:

Na sequência desta primeira reunião e com o objectivo de conhecer as respostas do MEC para os problemas colocados ficaram previstas três reuniões que deverão realizar-se na próxima semana:

i) Avaliação de Desempenho dos Docentes: lançamento do processo negocial para substituição do actual modelo;
ii) Ensino Superior;
iii) Outras questões colocadas, quer do foro da legalidade, quer relacionadas com o início do próximo ano lectivo.

Resolve-se antes de dia 27?