Com uma argumentação absolutamente impensável, o reflexivo Francisco Santos afirma que o ECD pode (e deve) ser revisto em sede parlamentar, sem consulta dos sindicatos.

Caramba… nem eu que sou apresentado como anti-sindicalista abriria um precedente tão perigoso.

Por regra, deixei de reagir às posições do eixo santos/vargas, só que neste caso é preciso que alguém mantenha a sanidade e trace a linha que não pode ser atravessada.

O ECD não pode ver artigos revogados ou parcialmente revistos, só porque uma maioria parlamentar o entenda. Isso não é admissível.

O desnorte apossou-se de muita gente.