Quinta-feira, 7 de Julho, 2011


R.E.M., Alligator, Aviator, Autopilot, Antimatter

analiso. O spss deixou-me a meio, a reinstalar. Mas, mesmo assim, sirvam-se, que isto pode representar algo.

… agora temos anti-federalistas (de Esquerda e Direita) a clamarem por uma intervenção europeia, de carácter claramente federal, na economia e nas finanças da União Europeia.

E ainda há os liberais a quem agora não aflige pedir acções próprias de um sistema económico centralizado e parecidas com planos quinquenais. Há bocado, na RTP, Medina Carreira dizia que os planos europeus de recuperação a três anos são insuficientes para fazer arrancar a economia.

Afinal… o Vladimiro e o José sorriem lá de onde quer que estejam.

Desabafo de uma Professora

DO SORRISO

António José Seguro está na TVI24 a dizer que, com ele, o PS não ficará refém do memorando assinado com a troika mas que, ao mesmo tempo, o respeitará.

Brilhante.

What’s the Best Way to Grade Teachers?

(…)

The trouble is that there is no agreement among teachers or education wonks on what the right balance between internal (grades, peer reviews, attendance) and external (test scores) measures should be, or even whether we should assess individual teachers or entire schools to discourage competitiveness between teachers. That doesn’t mean we shouldn’t try, because we do know that while poverty accounts for much of students’ achievement gap, within a school, teachers make a bigger difference than any other variable.

But the proponents of the new “value-added” teacher evaluation often sound like they’ve confused the more advanced questions with the answer. Elden’s suggests that education reformers spend more time talking with teachers to avoid unintended consequences like firing teachers who want to work with the most challenging students. Hire teachers from diverse backgrounds and varying viewpoints to develop these systems, not just policy wonks or teacher union reps, she says. “Realize that schools are deeply collaborative communities and setting up competition will not always be the best thing for the kids.”

Mário Nogueira fala sobre a Troika
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Cortes no apoio social escolar
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Resultados dos exames nacionais de 2010, os melhores e os piores resultados
Recolha do Calimero Sousa

… perder tempo a fazer horários nos 2º e 3º ciclos? Há garantias de alguma coisa ou é preciso depois levar o fim de Agosto ou o início de Setembro a fazer acertos e remendos?

Há garantia de que as coisas ficam assim, assado ou grelhado?

Não valerá mais meterem férias já e voltarem mais cedo uns dias?

Cá por mim pode ficar tudo na mesma, medalhas para os do costume, migalhas para os outros.

Apanhando o jeito ao gemido, basta repeti-lo como da última vez em que concluiu um ciclo avaliativo da ADD na base do isto é mesmo só para ficar feito, que depois se muda isto e pronto, não se fala mais nisso?

Já o ciclo de 2007-09 foi uma farsa, uma encenação, cheia de remendos, enxertos e simplexes para conseguir ir, de buraco em buraco, até final do prazo.

Na altura tivemos Aguiar Branco como muleta de um PS já em derrocada, a evitar que a ADD fosse suspensa. Já na altura dando o dito por não dito, com 48 horas de diferença ou ainda menos, em relação à voz grossa de uma sessões parlamentares em que se dissera da coisa o que Maomé não disse do melão com presunto. E granadeirando um ilustre e adjectivante orador.

Entretanto, a liderança do PSD mudou e eu ouvi com estas orelhas tísicas dizer que aquela atitude tinha sido muito mázinha, mázinha, uma vergonha mesmo.

Só que aqui estamos, quase dois anos depois, perante o mesmo abarracamento e prontos para fingir que este ciclo de avaliação docente é uma coisa que até serve para mais do que atrapalhar.

  • Que agora é tarde para parar a coisa (mas não faltam oficialmente quase seis meses para 31 de Dezembro e não saíram ainda ontem esclarecimentos sobre a coisa?).
  • Que há muito trabalho feito (na lógica esperançosa do mesmo que esteja mal, está feito).
  • Que a ADD é a única esperança de muitos contratados (este é o argumento mais inovador e demagógico da season).

O que me parece é que muita gente baixou os braços e está pronta para, novamente na base da promessa de que virá aí coisa melhor, concluir este ciclo de avaliação fingindo que os asteriscos correspondem a qualquer mérito real e não apenas a ultrapassagens com base em critérios altamente discutíveis, subjectivos e localmente retorcidos (com sorte, ainda falam nas virtudes da autonomia).

Mas se é assim que gostam…

Outra vez uma descoberta (atrasada) da pólvora seca. Há vários anos que existiam avisos. Como cá com os estádios do Euro. Já agora, lembram-se no ministro que conseguiu a triunfal decisão? E quem o ajudou?

Agora começam a estar à venda, um mero punhado de anos depois.

… um bruáááá… e se já há avaliações mal feitinhas de tão apressados os prazos? E se, à luz das novas indicações, se (re)descobre que no ciclo avaliativo anterior houve escolas a contabilizar a assiduidade de forma diferente e os asteriscos foram falseados devido a critérios diferentes?

E este é daqueles parâmetros que deveria ser objectico.

Agora pensem na manta de retalhos em que está a forma de apresentar evidências e de as mesmas serem avaliadas...

Há quem peça a simples menção da actividade realizada para atribuir um Muito Bom e há quem peça documentação sobre o processo de realização da actividade para um mero Bom.

Há quem exija um RAA de texto corrido, há quem o peça dividido por dimensões e quem o queira subdividido em domínios. Tudo teoricamente para seis páginas mas… lá vem truque – resguardando-se na possibilidade dos relatados incluírem os anexos que julguem necessários. Oitenta páginas foi-me contado por amigo aqui do deserto que viu um RAA, todo anexado. Sem ser para mérito, sequer.

Garanto que há quem tenha entregue, para além do porta-folhas-dossiê, uma dezena de dêvêdês.

Mas desde que os doutores Cavaco Silva, Nogueira Leite e Marques Lopes achem que assim é que é, os monos que se aguentem, em especial os contratados, mais precários, mais frágeis e mais vulneráveis a todo o tipo de desmandos.

Hoje contava-me um colega que, algures pelo centro, uma colega contratada viu a classificação ser condicionada no ano anterior por estar com redução de horário, por motivo de aleitamento. Que descobriu isso em Agosto e não conseguiu encontrar apoio jurídico institucional (notem como evito afrontar os nossos representantes…) em duas organizações representativas e acabou por comer e calar.

Isto é uma palhaçada.

A peça de ontem da DGRHE – querendo moralizar as coisas – apenas ajudou a destapar as vergonhas que por aí andam.

Será que chega a tempo de se perceber o fétido odor?

Funcionários Públicos afogados em dívidas

Trabalhadores do Estado com salários acima dos 1500 € e que viram os ordenados cortados até 10% estão a deixar de conseguir pagar os créditos.

Partido suíço quer banir PowerPoint para melhorar a produtividade

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A estimativa dos fundadores do APPP começa a construir-se nos 11 por cento da população suíça que, segundo os próprios, é confrontada regularmente com apresentações em PowerPoint, cada uma com um mínimo de dez pessoas. Destas, 85 por cento ficam desmotivadas com estes encontros, feitos em média duas vezes por semana.

Estes são os números que conduzem aos 2,1 mil milhões de francos suíços perdidos todos os anos, nas contas do APPP, que destaca o papel desempenhado pelo PowerPoint na queda da produtividade. Na Suíça e no resto do planeta. Recorrendo ao mesmo processo matemático – cujos detalhes ficam por explicar –, o partido avança que na Europa se perdem 110 mil milhões de euros.

Corte de subsídio de Natal “é uma medida equilibrada”

We’re headin’ ‘cross the river, wash your sins away in the tide
It’s quiet and peaceful on the other side

Forget your troubles, come on, get happy
We’re gonna chase all your cares away

Shout “Hallelujah,” come on, get happy

Get ready, get ready, get ready for the Judgement Day