… com argumentos mais pessoais (quero o meu asterisco, já!) e pavoneantes (quero relatar e avaliar muita gente para provar que sou bom!) ou mais altruístas (tanto trabalho que se vai perder, meu Deus e Nossa Senhora…) há sempre a hipótese de saírem do armário e afirmarem-no claramente, sem esperar apenas pelo colega Esperança ou pela colega Armandina.

Ou então arranja-se uma maneira (sei que demasiado democrática para alguns paladares, pois quase evoca um basismo de democracia directa) de fazer um referendo ao pessoal nas escolas, desde que não seja de axila descoberta.

Sou generoso: se a suspensão não conseguir dois terços da votação, mantém-se e não se fala mais na mafarrica.

Bute nisso?