… é saber que currículo existirá, ao certo, no próximo ano lectivo. O acerto de datas é, quase sempre, mínimo de ano para ano lectivo. Já a reorganização curricular em suspenso nos 2º 3º ciclos do Ensino Básico em consequências directas na carga horária semanal dos alunos e é essencial para determinar quantos professores são necessários ou não. Para além de que, assim, não se podem  fazer os horários das turmas nem dos professores, nem sequer um cálculo de quantos contratados permanecem ou saem do sistema.

Pelo que é para ontem definir-se se ficamos, por enquanto, como estamos, se há alterações e, em termos globais, em que sentido serão.

Se querem reforçar o Português e a Matemática, desdobrem com clareza o Estudo Acompanhado e recuperem as aulas de Apoio Pedagógico Acrescido para os alunos com dificuldades globais de aprendizagem e organização dos métodos de estudo e dos materiais de trabalho. E aproveitem e, com a eliminação da Área de Projecto, permitam que as escolas distribuam essas horas pelas restantes disciplinas (Inglês, História, Ciências, etc).

Mesmo assim poupam bastante, pois estas disciplinas eram leccionadas em par pedagógico no 2º ciclo, enquanto reforçam o chamado core curriculum, tal como julgo que o novo ME o concebe.