Já não bastava ter sido escrito em 20o8, era necessário Ricardo Arroja repescá-lo, com orgulho, em 2011.

Eis parte de uma visão absolutamente caricata do que deve ser a Educação e o trabalho sustentado entre alunos e professores:

Tudo isto é demasiado disparatado. Desde a forma automática (e não demonstrada) como se determina a “elite da corporação” até tudo o mais.

isto não existe em lado nenhum do mundo – em particular uma avaliação deste tipo baseada numa rotação anual de professores – mas como demos novos mundos ao mundo, também podemos inovar no disparate (e temos algumas competências na área…).

Também não mereceria grande atenção, caso do Insurgente não tivesse saído já um governante e outros candidatos não andassem por lá perfilados.