No dia 22 de Junho, a nomeação de Nuno Crato para ME foi assim recebida aqui no blogue:

As opiniões negativas ficavam pelos 6,5%. Apesar de 21% acharem que não sabiam, mais de 72% davam uma avaliação positiva ao novo ME.

Tudo começou a derrapar no início desta semana com a escolha da equipa de secretários de Estado que, em especial num caso, não se sabe se não será apenas alguém para ocupar um lugar e dar njome ao lugar, porque a política passa algures.

As opiniões positivas passaram para c. 32,5%, sendo as negativas já superiores (acima dos 36%). Claro que nada disto é científico, mas a amostra neste blogue é capaz de ser mais consistente do que a de muitas sondagens.

Ontem, perante o programa do Governo para a Educação, eis o que se passou numa sondagem, ao fim de poucas horas de votação, a maior parte delas em plena madrugada:

Se repararmos, a proporção de respostas mais positivas passaram a ser equivalentes, em menos de uma semana, às que eram mais negativas (abaixo dos 7%). Ainda há 20% no fio da navalha, mas a maioria já bateu em retirada (mais de 46%). O grupo que poderíamos considerar de desorientados também aumento bastante…

Isto vale o que vale, mas – perdoem-me a imodéstia – vale alguma coisa. E é uma espécie de aviso, para mais num espaço que, como alguns acusaram, até induziu

(e sim, eu sei que o grafismo desta sondagem podia induzir, quem não consegue ter opinião por si mesmo…)