E aqui começamos a entrar por um discurso nebuloso que muitos conhecemos…aquele em que se diz uma coisa gira que oculta o significado objectivo do que se pretende fazer. Se não é eduquês, vai a caminho. Porque nada disto estabiliza nada, muito pelo contrário.

Desde logo porque, sendo fiel ao programa eleitoral do PSD que eu critiquei logo que apareceu (aqui e aqui, entre outros posts de 8 de Maio), deixa coisas de fora e guarda muito do vácuo…

Qualquer destes pontos passa ao lado do essencial pois o primeiro – da autoridade – é meramente retórico, o segundo é vago e o terceiro é palavroso, mas não cumpre aquilo que foi prometido.

Estabilidade e dignificação da profissão docente

Para uma melhoria dos processos de ensino e aprendizagem é necessário valorizar o papel dos professores e educadores:
– Reforçando a autoridade do professor;
– Valorizando profissionalmente os docentes através de um investimento na formação contínua e na elaboração de um modelo de selecção e de profissionalização, em exercício, dos novos professores e educadores.
– Reformando o modelo de avaliação do desempenho dos docentes de forma a desburocratizar o processo, promovendo um regime exigente, rigoroso, autónomo e de responsabilidade, sem que estes princípios conduzam a cargas desmedidas de procedimentos burocráticos e administrativos, e ponderando os resultados de outros modelos de avaliação, nomeadamente os já obtidos no modelo de avaliação em vigor no ensino particular e cooperativo.