Acho sempre muita graça aos tolerantes que se encrespam quando alguém pretende fazer algo diferente. Eu cá dou as minhas aulas, relaciono-me com os meus alunos e atinjo (ou não) resultados com base numa combinação do que sou, do que aprendi e da forma como encaixamos na sala de aula, professor e alunos.

Longe de mim achar que sou exemplo ou modelo para alguém, que tenho mais do que generalidades a dizer sobre isso, pois as especificidades são intrínsecas a cada situação. Por isso mesmo chateiam-me, claro que chateiam, aquele(a)s que acham que o seu modelo, mais do que ser o melhor, deve ser o único.

Uma coisa é criticar, debater. Outra é impor e proibir. Mas é isso que pretendem fazer quase sempre os pseudo-arautos da tolerância fofinha. Façam as coisas, demonstrem as vossas competências, melhor ainda se as desenvolvem nos alunos mas, por caridade, evitem achar que a vossa solução é a única. Ditaduras, nem dessas, as enjoativas.