Esquecem-se na 1ª página as sondagens que foram anunciadas como sendo a novidade do topo do creme do creme e faz-se uma derradeira tentativa de apelo ao Pântano Central, buscando todos os argumentos para colocar o PS no Governo.

O Expresso fiel ao eixo Cavaco/Balsemão (e Soares?) até ao último espirro da campanha. Ao menos nos tempos do Independente a coisa era assumida fora do armário.