Não deixa de ser curiosa a forma como o Expresso, após garantir a divulgação exclusiva para Portugal dos telegramas da embaixada americana em Portugal, se limitou a fazer uma gestão muito ocasional dessa informação. No Portugal Profundo já se anotou, em tempos, a forma como a própria divulgação é feita com rasuras. No Aventar também já se aflorou uma explicação possível para a forma muito parcimoniosa como a informação tem sido usada.

Quanto a mim, apenas anoto que, desde que a crise do PEC4 se anunciou, nada de relevante foi divulgado. E mesmo antes, o que foi divulgado só envolveu directamente ex-governantes (Severiano Teixeira, Freitas do Amaral, por exemplo) ou governantes que não se esperava que continuassem (Amado).

O que penso? Aquilo que certamente qualquer observador medianamente desatento é capaz de deduzir…

Até porque foram buscar algo de que tinham desdenhado pouco antes… mas… a dado momento…