Joaquim Azevedo, com António Nóvoa, João Barroso, João Formosinho ou os mais históricos Rogério Fernandes, Áurea Adão e outros, são autores de referência para o estudo da Educação em Portugal.

Podemos concordar o discordar deles e das suas opiniões quando se debruçam sobre soluções concretas, mas as suas obras são consistentes, apresentam argumentos e ideias, baseadas em factos, demonstrados e devidamente referenciados. é possível acompanhar o seu raciocínio, ver as suas fontes e influências. Não surgem do nada, como se nada devessem a ninguém. Podem achar que isto é um certo elitismo meu mas uma obra destinada a ser uma reflexão séria sobre o nosso sistema educativo deve demonstrar claramente no que se baseia. Uma bibliografia ajuda. Para textos de circunstância temos os blogues e os artigos de jornal, coisas passageiras.

Isto para dizer que a última obra de Joaquim Azevedo é de leitura essencial, porque não envereda pelo facilitismo ou aproveitamento demagógico de chavões. Mesmo quando, a páginas 268, se escreve:

Uma instituição de educação escolar, na sequência do que atrás dissemos só pode, sobretudo nos dias de hoje, seguir três prioridades. Primeira: trabalho. Segunda: trabalho. Terceira: trabalho.

Entretanto, lamento que a Wook tivesse demorado oito dias úteis depois de eu fazer o pagamento, a deixar-me um aviso para ir recolher a encomenda que fiz à estação, não de correios que fica a vários km da minha casa, quando existe um posto mesmo no prédio ao lado. pelo que, embora desfolhado com rapidez na Fnac, continuo sem poder analisar o livro mais recente de Santana Castilho, outro autor na área do PSD.