Acho que a maioria, em especial larguíssima maioria dos que governaram nos últimos 25 anos, faria um enorme favor a Portugal se emigrasse para um país à medida da sua dimensão e competência (sem ofensa para os indígenas de lá e com pedido de desculpa pelo envio sem aviso de recepção), tipo Lesotho, Ilhas Virgens ou Vanuatu, que tem belas praias e paisagens.

Por exemplo, Eduardo Catroga poderia ir para ministro das Finanças (ou guia turístico) do Burkina Faso que, por cá, ninguém daria pela falta.

Função Pública terá maior mobilidade

Eduardo Catroga defende a mobilidade total. Um professor de Setúbal pode ser convidado a trabalhar nas Finanças no Porto.

Adoro a forma como esta gente, que se desloca sempre em círculos concêntricos em relação ao poder, gosta de dispor da vida pessoal e profissional dos outros.

E o que significa ser convidado? Neste momento já pode ser e aceita ou não. Não é pela falta de convites que muitos professores andam em outras paragens. Será que Catroga quer dizer mesmo é ser obrigado?