Segunda-feira, 9 de Maio, 2011


Anna Calvi, Desire

Está um senhor a falar sobre o facto dos políticos dizerem coisas que as pessoas não percebem. Eu também estou a ter escassez de o entender. Mas estou distraído com o penteado dele.

Mas até parece estar a dizer coisas interessantes. O resto não vi, nem ouvi. Estava a ver a gravação do House, altamente recomendável, episódio 16, temporada 7.

O resto do bídeo da resposta (amorosa) finlandesa está aqui, mas os outros argumentos não têm este fulgor.

O Ramiro Marques explica que, afinal, o programa eleitoral do PSD na área da Educação não é apenas da responsabilidade de Santana Castilho. As partes más são culpa de José Manuel Canavarro.

Isto tem a sua graça…  estes ecos-cos-os-s

Uma boa parte das medidas apontadas por Santana Castilho estão no programa eleitoral do PSD. Mas há outras que não estão. E há algumas que estão e que contrariam as medidas apontadas por Santana Castilho. Por exemplo, no documento de Santana Castilho não há referência à criação de uma carreira de diretor nem ao reforço da representação das autarquias no conselho geral. O mesmo direi para a referência à progressiva liberdade de escolha na educação, omissa no documento de Santana Castilho e presente no programa eleitoral hoje aprovado e divulgado.
Estou convencido de que o programa eleitoral do PSD para a Educação tem também o dedo de José Manuel Canavarro, antigo secretário de estado da educação do Governo PSD/CDS e atual cabeça-de-lista do PSD por Coimbra. Canavarro é um homem a ter em conta num futuro Governo do PSD e do CDS, caso Pedro Passos Coelho saia vitorioso da eleição de 5 de junho.

Ia-me falhando esta sessão de wrestling. Estava a ver o Scrubs que não é tão cómico.

Material recebido por mail e adaptado por mim, relembrando ainda que não foram permitidas fotos do acontecimento, a não ser as do fotógrafo oficial:

Compara estas imagens:

Comunicação de Sócrates ao país sobre os resultados das negociações com a troika:

Imagem de uma peça sobre o assunto no Público com reacção de um articulista do Financial Times:

No dia do dircurso de Sócrates, a Bandeira Nacional estava antes da bandeira da UE, o que viola as regras heráldicas que obriga a ordenar as bandeiras da esquerda para a direita por ordem de importância.

Na foto oficial que ofereceram à Reuters, fizeram batotice e apresentaram uma com as bandeiras na ordem certa, tirada em outro0 momento.

É apenas simbólico, mas mostra como são trafulhas e manipuladores até ao mais ínfimo pormenor.

Eu no dia do discurso pus um comentário sobre este detalhe.

Hoje estranhei ao ver a foto do Público pois a bandeira foi mudada e encenaram nova foto para estrangeiro ver…

Saudações cordiais

MR

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