Parafraseando-o, todos temos direito a querer coisas diversas e liderar interesses diferenciados, mas a suspensão da ADD no Parlamento a 25 de Março não caiu do céu aos trambolhões. Já tinha sido tentada em diversas ocasiões desde 2008, durante a maioria de Sócrates, até com o apoio de deputados do PS. Não foi uma excepção, foi a continuidade de uma regra. Excepção foi a vergonha protagonizada por Aguiar Branco em Novembro de 2010, por ocasião  de se saber que o seu escritório de advogados fizera um contrato com a Parque Escolar.

Que João Marcelino não entenda isto é uma estranha forma de distorção da realidade. Ora, é minha convicção que Marcelino sabe bem o que se tem passado. E sabe que quem atropelou sistematicamente as regras do Estado de Direito em matéria de Educação foram o Governo e o PS, com o beneplácito do PR. Se o distorce, lá saberá os interesses diferenciados que o movem…