No fundo, nada disto é novo, esta forma de manipular os factos, retorcer as causalidades, sofisticar os números com metodologias coiso e tal. Vimos isso tudo quando da primeira investida da governação-sócrates sobre os professores. Na altura, muitos dos que agora bradam contra as manigâncias, achavam tudo bem, que era rigor e a objectividade dos números. Não era. Desde essa altura que os números são objectos de estratégias criativas pelos auxiliares do senhor engenheiro. Agora vimos o resultado de ele não ter sido travado a tempo no disparate. Os maiores culpados: quem o ergueu, quem lhe deu força e quem o manteve lá.