MST acha que ter-se enganado não faz mal nenhum. Quintuplicar a remuneração dos professores por classificarem exames (ele insiste em designar como corrigir, mas pileca idosa desentende novos linguajares) para ele não invalida o princípio magno que ele defende: para os professores, classificar exames de outros alunos e outras escolas, indo buscá-los a dezenas de quilómetros é o mesmo que um polícia ir para a rua ou um bombeiro apagar fogos.

Patético.

Mas o pior é que MST volta a incorrer em disparate ao escrever que os professores são «dispensado de dar aulas e ainda são comnpensados com mais dias de dispensa do que aqueles gastos com essa tarefa».

É MENTIRA!

Mas o que interessa?

MST considerará que novo erro e ofensa são detalhes perante a sua brilhante visão panorâmica da macro-realidade.

O Expresso paga-lhe e não pede rigor, o circo pode continuar.