O pessoal está mesmo pior do que estragado. Mais de metade das respostas distribui-se por um governo do FMI, o não se querer saber e a própria anarquia.

Entre as opções parlamentares tradicionais, preferência pela aliança PSD/CDS (13%), seguida por uma aliança ampla de esquerda (quase 8%).

Evidente o fastio a soluções de maioria absoluta.