Sábado, 5 de Março, 2011



Talking Heads, The Great Curve, Born Under Punches

Balanço da Concentração/Vigília de Professores, organizada pela APEDE, em Sintra

Muito importante ler nas entrelinhas o que o Paulo não pode escrever de forma explícita, até porque ele tem a ponderação que muitas vezes a mim escasseia…

PARA ALÉM DO LIMITE

Cheira de novo a podridão no ar….

Cortesia do Livresco:

Professores exigiram suspensão do modelo de avaliação numa vigília em Sintra

Cinquenta professores exigiram na sexta-feira, numa vigília em Sintra, a suspensão do modelo de avaliação e desempenho docentes e as medidas “economicistas” do Ministério da Educação.

Sintra: Professores exigiram suspensão avaliação em vigília

Cinquenta professores exigiram na sexta-feira, numa vigília em Sintra, a suspensão do modelo de avaliação e desempenho docentes e as medidas “economicistas” do Ministério da Educação.”Exigimos que haja uma suspensão imediata deste modelo de avaliação e que ele seja substituído por um modelo sério, justo e que efectivamente melhore as práticas docentes. Este modelo de avaliação é uma verdadeira palhaçada”, disse à agência Lusa o presidente da Associação de Professores e Educadores em Defesa do Ensino (APEDE), Ricardo Silva.

A iniciativa foi organizada pelo núcleo de Sintra da APEDE, que juntou em frente às instalações da autarquia, os professores em protesto contra “as medidas economicistas” do Ministério da Educação.

Ricardo Silva adiantou que existe um “sentimento geral de descontentamento” por parte dos professores, que se sentem “maltratados pelo Governo”, e saudou a votação na Assembleia da República dos partidos da oposição, que revogaram o decreto-lei que previa a reorganização curricular.

A mesma preocupação com o estilo, o domínio da língua inglesa e a visão distorcida da realidade.

Os cortes salariais na TAP… no fim ficam os professores e quem mais?

… que hoje tenham estado ao final da tarde pelo bar do CAM da Gulbenkian, agradece-se que – em caso de a terem encontrado – mandem a minha carteira ali para a esquadra da PSP da Praça de Espanha, pois é muito chato ter de fazer os cartões todos de novo (só escapou o da ADSE que era recente e estava em casa), desde os cartões de várias livrarias ao em extinção Cartão de Eleitor. Podem ficar com o dinheiro como prémio, assim como o talão de 10 euros para compras na Bertrand.

Cuidado com o Aspegic, que é capaz de estar fora de prazo.

Esta deve ser a parte em que a garganta fraquejava perante os amores marialvas dos Farrobo e Castelo-Melhor.

Foto da Armanda, que disparava como se não houvesse tripolis

O Expresso continua hoje a fazer um apanhado dos telegramas da embaixada americana em Lisboa, aproveitando para continuar a abordar a FLAD e para divulgar observações sobre diversos ministros e políticos.

O que é estranho, na opinião de um leigo em critérios editoriais, é que no cruzamento desses temas, nada surja sobre Maria de Lurdes Rodrigues.

Individualizam-se platitudes sobre Isabel Pires dos Santos e Jaime Silva, mas nada sobre a ministra-querida de boa parte da equipa mandante do Expresso.

Ora, eu seja ceguinho e não apenas míope, em como existem elementos sobre ela. Diversos. E não só. Sobre toda a polémica em torno da luta dos professores.

Já sei… está para breve uma peça só sobre essa questão menor perante as quezílias maiores sobre quem distribuía as tenças da FLAD. Mas não sobre quem distribui agora. A mesma MLR.

Curioso.

A menos que as sondagens tivessem ficado apenas para consumo interno da embaixada.

Breve relato da vigília de professores em Sintra

Ontem, em Sintra, voltou a morar a Esperança

Como correram as coisas. No blogue da APEDE ainda não apareceu nada (esta gente já não aguenta noitadas?) e – ai, ai – o Paulo desta vez nem me mandou uns MMS com umas fotos…

A notícia de que um elemento da equipa de apoio às escolas da DREC foi alegadamente (vejam como eu sei usar o truque do “alegadamente”) afastado do lugar por ter assinado uma moção na escola onde lecciona não pode ser varrida para o lado com base em argumentos do tipo – ah, pois e como foi lá ele parar!

Porque isso significaria que na purga, por delito de opinião, é válida e faz parte dos mecanismos aceitáveis de funcionamento de um departamento do Estado.

Claro, a hierarquia dirá que não tem pode ter confiança em alguém que assina um documento contra uma política que a DRE em causa se esforça por implementar.

Mas… mas… há elementos que comprovem a incompetência ou não cumprimentos dos deveres pela pessoa em causa?

Vamos lá tentar falar a sério disto, para o caso de os senhores (já não há nenhuma margarida, pois não?) DRE perceberem: nas vossas equipas há mais de uma pessoa que não está de acordo convosco e as ameaças que foram feitas, em especial desde 2009-2010, quanto a serem demitidos todo(a)s aquele(a)s que lançassem algumas informações para fora só resultou pela metade.

Seja a norte, seja mais a sul, há pessoas que continuam a falar, insatisfeitas com aquilo que vêem, só que pedem para não se aflorar o que contam, exactamente por causa dessas ameaças. Em primeira ou segunda mão, muito se vai sabendo ou ouvindo, mas quem conta tem medo de ser descoberto(a), pois tem consciência de que a informação pode ser compartimentada e pode ser achado o rasto de quem divulgue alguma coisa.

Portanto, as coisas sabem-se… não se podem é falar em público. Por exemplo,… sobre os megas-gigas… as coisas vão-se ouvindo e lendo. Não pode é ser colocado online, para defesa e protecção das ditas fontes.

A fidelidade é relativa, em especial quando se percebe que a forma de lidar com os assuntos é abusiva. E isto é válido não apenas para a DREC, mas, por exemplo, de igual forma para a DREN e a DRELVT.

Há docentes que não se esquecem que o são e que, quando observam o que é feito, ainda se lembram que lhes poderia estar a ser feito a eles.

Portanto… se é para voltarem às charruadas… vejam lá bem como o fazem. Porque a fidelidade e o silêncio forçados, quando acabam, em regra acabam mal.

Isto é apenas uma espécie de aviso de boa vizinhança, por parte de quem está habituado a ouvir em off e calar ou a ler mails sob nick ou pedido explícito de total anonimato e não reprodução do que lê.

E isto assim não é democracia… se é que isso ainda incomoda alguém…

Há trabalho gratuito distribuído, com a capa de formação (material informático não incluído…):

Data: 4 de março de 2011 17:51
Assunto: Bolsa de Professores Classificadores
Para:

Caro/a Dr./Drª.

No âmbito do processo de constituição da Bolsa de Professores Classificadores dos Exames Nacionais do Ensino Secundário, da responsabilidade deste Gabinete (Despacho 18060/2010, de 3 de Dezembro), vimos, por este meio, informá-lo/a que foi seleccionado/a para desempenhar a função de classificador.

Para o efeito, terá de frequentar a acção «Questões de fiabilidade na classificação de respostas a itens de construção no contexto da avaliação externa das aprendizagens», creditada pelo Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua, a qual releva para a formação contínua nos termos do ECD. A componente presencial desta acção decorre nos próximos dias 18 e 19 de Março de 2011, com o seguinte horário: 9H00/13H00 e 14H30/18H00.

No que respeita ao local da acção, este será indicado até ao final da próxima semana por e-mail.

Agradece-se que seja portador/a de computador portátil, o que facilitará a dinâmica dos trabalhos a desenvolver no âmbito desta acção.

Qualquer dúvida decorrente deste processo deverá ser colocada à direcção da escola a que pertence, prestando o GAVE o apoio necessário ao órgão de gestão da escola.

 

Melhores cumprimentos

 

GAVE