Quarta-feira, 2 de Março, 2011


Sharon Jones and the Dap-Kings, I’m Not Gonna Cry

pseudotsuga menziesii, fraxinus angustifolia, taxus baccata.

Uns semeiam, outros berram.

160 páginas que valem plenamente os 7,5€ que custa por cá. Agora é arranjar o nº 1.

PSD, PCP e BE vão requerer anulação das alterações curriculares no básico

PSD, PCP e Bloco de Esquerda vão requerer no Parlamento a cessação de vigência do decreto-lei que introduz alterações curriculares no ensino básico, ficando nas mãos do CDS-PP o destino do diploma aprovado pelo Governo.

Joga o Vukcevic. A primeira surpresa da noite. Haverá outras?

As sete trabalhadoras não docentes do agrupamento de escolas foram despedidas

SERTÃ – Sindicato fala em vingança por parte do ME

Ministério da Educação avança com explicações

E depois ainda há quem diga que a municipalização disto tudo é que é a solução…

Embora a formação exigisse como critério de acesso o mestrado ou doutoramento, houve 600 candidatos para 25 vagas.

Público, 2 de Março de 2011

Daqui sairão diversos professores do ano… certamente candidatos a…

Quantos dirão que se foram (ou quiseram) aperfeiçoar para não prejudicar os colegas?

… desvincular disto tudo.

The Vaccines, Wrecking Bar (Ra Ra Ra)

Para quando uma revolta?

Vejo colegas envelhecidos.
Vejo colegas de baixa por depressão.
Tudo anda anormalmente esgotado.
Vejo à minha volta um ambiente dividido.
Vejo muita gente numa onda de apatia que mete dó.
Vejo gente que conta os dias para a reforma.
Vejo excesso de burocracia.
Passam.se horas na escola para reuniões inúteis.
Vejo contratados com 14 anos de serviço em pânico porque para o ano vão para o desemprego.
Vamos ser avaliados e congelados.
Até quando?

TEMOS QUE NOS UNIR…
SENÃO ELES DARÃO CABO DE NÓS

Obrigado pela atenção, é que hoje soube que uma colega foi internada em psiquiatria,

Pedro Castro

promulgo contrariado

Quem quer um director desportivo elevado a treinador que, antes de um jogo decisivo na única competição que pode ganhar, diz isto?

José Couceiro. “Nem Mourinho conseguia recuperar” este Sporting

Desculpem-me ir em contramão nesta matéria, mas não percebo bem porque aparece agora a FNE a reclamar com tanta intensidade um concurso para 2011.

“É inadiável realizar o concurso para garantir que o ano lectivo de 2011/2012 funcione”, disse o secretário-geral da FNE, João Dias da Silva, durante uma conferência de imprensa, em Lisboa, em que apresentou as “prioridades essenciais” da estrutura sindical.

O concurso, referiu, deve permitir a integração de professores contratados e a mobilidade (entre escolas) para os docentes dos quadros, de forma estabilizar a vida de profissionais, muitas vezes forçados a fazer 200 e 300 quilómetros todas as semanas, devido à distância trabalho – casa.

É como, depois de se saber que não há água, alguém apareça a inistir que é indispensável abrir a torneira.

Se a reorganização curricular tem implicações brutais na redução de horários, afectando mesmo os quadros definitivos de muitos grupos disciplinares, a exigência de um concurso para 2011 é algo que está praticamente fora de qualquer prioridade realista e que, como contrapartida negocial, vale pouco mais do que zero. Até porque concursos para DACL ou DCE e mesmo DAR têm existido anualmente e não se podem confundir de modo algum com um concurso para ingresso nos quadros.

E alguém acredita que existem vagas com dois digitos – para além da Informática ou Castelhano – para abrir a concurso?

Se a FNE se prepara para apresentar como conquista um concurso para mobilidade, é melhor repensar a sua estratégia, porque só será convencido quem se sentir bem a ser enganado.

Desculpem a imodéstia, mas esses números já estavam no Umbigo há quase uma semana.

Público, 2 de Março de 2011

Não tenham problemas, aqui não se inventa (quase) nada e quando se inventa, avisa-se com um bolinha castanha ao canto do post.

Quanto à substância? Enfim… não sei bem que diga, mas um modelo que dividiu a carreira em vários patamares, obrigando a aulas assistidas para progredir em vários pontos só podia dar nisto. Glória a quem assinou isto e agora quer fazer crer que não.

Se isto é repisar algo que deveria estar ultrapassado? Talvez… mas talvez assim não se preparem para ssinar outra vez uma grande m**** e ainda a terem defendido meses a fio, apesar dos avisos quantos às perversidades do modelo de carreira (em 1º lugar) e da ADD que lhe serve de suporte.

Alimpem-se!

A começar pelos guerreiros entre a espada e a parede. É com eles que não se pode contar para uma luta em que se precisa de confiar em quem está ao nosso lado a cerrar fileiras.