Quarta-feira, 26 de Janeiro, 2011


Porque tal não existe, por decreto do próprio é Egito, tal como o aprendiz de jornalista acaba por efe(c)tivamente baralhar no corpo da notícia, fica ali mais abaixo, logo a seguir ao Pato de Varsóvia.

Deacon Blue, Wages Day

Foi-me comunicado hoje ali pelas 5 da tarde, por um jornalista do DN, num inquérito que andava a fazer sobre as consequências da abstenção para a democracia.

Consegui arranjar fôlego para lhe responder umas platitudes, enquanto me ria que nem um perdido – para sua surpresa, que não me conhecia – e tentava estacionar o carro. Este país está perdido.

peço desculpa

A discutirem a polémica do ensino privado, com contrato de associação. Não estou com tempo…

… todos aqueles – uma imensa maioria – que não recebeu um mail meu com uma lista muito divertida de instituições, organizações e corporações que coiso e tal.

E entre a dezena de carolas que se tem dado mais a certos trabalhos, o reboliço tem sido grande na última hora. Alguma indignação, mas também uma dose saudável de humor, entre o catártico e espasmódico.

O assunto é sigiloso, obviamente, porque assim deve ser, nos seus detalhes específicos. Mas é impossível não alfinetar, nem que seja ao de leve, enviesado e com efeito de folha seca. Porque há lá gente séria, mas também a há menos séria que cuspiu no prato da comida que depois pediu para provar.

Entretanto, assim como que off topic, surgiu a ideia de – como fomos todos indirectamente a pagar – solicitar ao Ministério das Finanças que divulgasse publicamente o parecer do doutor Jorge Miranda acerca da constitucionalidade dos cortes salariais, pois não sei onde ele andará disponível.

 

Duas situações algo anómalas, se fosse em outro país. Cá, tudo normal.
Professores e funcionários do Instituto Nuno Álvares (Nun’Alvres)  abdicam de parte do seu salário.
.
Autarquia da Sertã, Castelo Branco, rescindiu o contrato de transferência de competências com o Ministério da Educação, 130 funcionários da escola com salários em atraso.

Página seguinte »