Tinha lido que o presidente do Conselho de Reitores estava disponível para que se considerasse a equiparação ou atribuição do grau de mestre aos licenciados pré-bolonheses. Hoje li numa curta do Correio da Manhã que isso será possível através da frequência de umas cadeiras suplementares.

Já percebi a dinâmica toda.

O que querem é catar mais uns tustos à malta em troca de um novo canudo.

Porque a verdade é que algumas licenciaturas pré-Bolonha tinham cinco anos e outras tinham quatro mas, por exemplo quem fizesse o Ramo de Formação Educacional no regime não-integrado (chamado inicialmente transitório no fim dos anos 80), tinham mais dois anos de complemento profissionalizante, mas quem deles saiu ficou apenas licenciado na mesma.

Ora, se bem percebo, quererão que quem fez seis anos de ensino superior vá pagar para ter um diploma de algo que agora demora cinco anos mal amanhados?