Domingo, 9 de Janeiro, 2011


Stevie Ray Vaughan, Soul to Soul

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As escolas privadas com contrato de associação empregam 8000 professores. Segundo os professores do ensino privado reunidos em Gaia, mais de 2000 professores poderão ser despedidos.

Marcelo Rebelo Sousa ensino privado e providências cautelares ordenados. A lei agora aplica-se pelo peso. O professor está um pouco confuso, porque para o ensino privado pode alegar-se inconstitucionalidade, mas para os funcionários públicos é pesado declarar isso?

O argumento dos mercados financeiros é uma treta, porque os juros fartaram-se de subir desde que o OE foi aprovado.

Foi agradável, porque a senhora/menina da sonda(gem) da Intercampus era simpática e acabou a rir-se com parte das respostas que lhe dei, pois estava a acabar de ler um guião para a implementação dos novos programas de Português (o da escrita só foi colocado online a semana passada) e apetecia-me esparvoar um pouco.

Estava em modo desvinculativo, mas suave.

O que achava eu do desempenho dos candidatos nestes últimos dois dias e que assunto me tinha chamado mais a atenção. Armei-me em original e disse BPN. Quanto ao desempenho dos candidatos, não faço ideia, pois não me meto em assuntos de lençóis (mais coibi-me de partilhar este pensamento com a sondadora).

A seguir perguntaram-me que expectativas tinha em relação a um segundo mandato de Cavaco Silva: altas, médias ou baixas. Mandei colocar a cruz no médias porque não tenho nenhumas.

Depois perguntaram-me em quem iria votar. Em ninguém. De que partido me sentia mais próximo. Felizmente de nenhum.

Perguntou-me a idade e se podia saber o primeiro e último nome.

Poderia vir a ser o início de uma bela amizade, mas não lhe fixei o nome e o número no visor era desconhecido.

Quem consegue adivinhar o nome destes três nomes históricos do Vitória de Setúbal? Mesmo para quem não seja mouro, com 40 anos ou mais só um é mais difícil porque o cromos é mesmo antigo e deforma um pouco a cara de quem seria um pai especial.

Edições nacionais de 1973 e 1974. A obra da direita padeceu do mal de ser lida depois da mais conhecida, mas mesmo assim permitiu uns dias valentes de evasão.

Em especial um destes livros tem  uma história curiosa, pois foi aquele que – de forma subtilmente mal disfarçada – os meus pais deixaram acessível para que eu – de modo disfarçadamente pouco subtil – consultasse para me informar sobre o funcionamento de certas e determinadas coisas que estavam lá para o meio num capítulo. Teria coisa de 9 anos e dúvidas mais profundas esperaram uns tempos. Já o outro, com todo um panorama histórico do assunto, foi lido um par de anos depois e, quem sabe, talvez tenha estado na origem do meu gosto (académico, claro)  pelo tema.

Este texto chegou-me por mail. Foi originalmente divulgado anteontem numa página do FBook, mas foi-me dada autorização para o reproduzir aqui.

Salvem o Desporto Escolar!

Como Professor de Educação venho por este meio, sugerir/solicitar a divulgação de uma notícia que ameaça pôr fim a uma das actividades mais importantes das nossas Escolas – o Desporto Escolar.

Passo a explicar: já saiu um projecto de despacho por parte do Ministério da Educação que visa passar o Desporto Escolar da componente lectiva para a não lectiva (ver ponto 5 do artigo 3º). Na prática, isto vai implicar o encerramento dos grupos/equipa das várias modalidades desportivas a breve prazo, como facilmente se depreende.

Informo que o Desporto Escolar envolve milhares de crianças de Norte a Sul. Essas crianças têm no Desporto Escolar uma oportunidade de prática desportiva organizada e empenham-se a fundo na consecução dos seus objectivos desportivos e de saúde. Informo também que, nos tempos que correm, o problema da obesidade associado ao sedentarismo reinante, é um fantasma que assombra as Escolas deste país. O Desporto Escolar e as aulas de Educação Física são, para a maior parte dos alunos, a única actividade física. As aulas nesse âmbito são, para a maior parte deles, o único momento em que contrariam o sentido de uma vida desregrada e sedentária.

Posto isto, parece-me que esta proposta de intenções, vai contribuir ainda mais para o agravamento da saúde física e mental dos nossos alunos. O Desporto é um direito das crianças, é um direito de toda a gente e o Ministério da Educação prepara-se para “cortar as pernas” a quem se empenha e esforça por ter uma vida mais saudável.

Acrescento ainda que os encontros desportivos em competição distrital, regional e, por fim, nacional, são um excelente meio de promover a sociabilidade entre alunos de diferentes Escolas. Também isso se perderá! O Desporto Escolar procura, nos seus momentos de treino e competição (aos sábados, diga-se) , incutir regras e o tão badalado espírito de fair play, o respeito pelo adversário… tudo isto são valores que, cada vez mais, são esquecidos pela nossa sociedade. Terminando o Desporto Escolar, também isto se perderá cada vez mais.

Este é um apelo que vos faço, divulguem este atentado à educação e saúde dos nossos filhos!

Um Professor muito preocupado e cada vez mais desiludido com o “sistema”.

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