Quinta-feira, 6 de Janeiro, 2011


Salvo melhor opinião, ladrão! Aventesma! Magano! Estroina, dissipador e vigarista! Valdevinos, tunante, vadio! E pelintra e traficante! Trapaceiro e velhaco e malandro! Patife! Mentiroso! Devasso, finório, matreiro! Dissoluto! Licencioso! Corrupto! Libertino e gatuno! Larápio e rato! Agiota e desonesto!

Usuário!

Salteador!

Grunho! Paspalho e biltre! Patife! Vil!  Tinhoso, desprezível! Pequeno e abutre! Degradado, podre, insignificante, torpe! Fedorento! Infame! Mesquino! Somítico! Abjecto e baixo!

Pulha!

Indecente! Bandalho! Miserável! Farroupilha! Tratante! E pelintra! E reles! E mesquinho! Ordinário! Medíocre e grosseiro! Mal-educado! Desprezível! Onzeneiro e intriguista! Mentiroso!

Mísero! Ínfimo! Mentiroso! Boçal! Cabresto! Roceiro e alimária! Imoral! Indigno e obsceno! Despudorado, bufão, lascivo, canhestro! Mentiroso! Chocarreiro! Mercenáro!

Repugnante! Molabundo! Macabro! Mentiroso!

Infra!

Verme! Maníaco! Deprimente! E mentiroso!

Mentiroso!!!

(continua…)

Adenda por contribuição: psicopata! Vaidoso! Informador! Lateiro! Aldrabão! Sebento! Raivoso! Manhoso!

Anúncios

Offspring, Original Prankster

Afinal é apenas um pequeno problema de desvinculação, mas não é por causa da morcega – que continua pujante.

Como é que é?

Só dia 27 ou 28?

E quem não dá apenas estes cursos?

Recebe uma parte a 23 e outra óspois?

E lá se reduzem os custos com o pessoal no orçamento do ME…

 

A páginas 35 da Visão de hoje, numa peça sobre a resistência jurídica aos cortes salariais assinada por Francisco Galope e Tiago Fernandes, surge o seguinte destaque:

Não contesto que os «sindicatos recorreram» a Garcia Pereira como um perito nesta matéria. Seria, contudo, útil que aqueles que têm como ofício informar, recolhendo informação, o fizessem com mais rigor ou mais detalhes como, por exemplo, quem solicitou e pagou um dos pareceres em causa. No outro dia ainda se deram ao trabalho de, numa televisão, referir um «grupo de professores». No caso destes jornalistas (serão amigos do outro que não gosta de nós, o chitas…), era bom que tentassem ser ligeiramente mais cuidadosos na forma como…

Eu sei que desta vez se optou por low-profile, sem Altis e tal por causa dos tempos de low-cost, mas isso não impede que se atribuam as coisas a quem…

E afinal, o parecer do doutor Garcia Pereira que aqui se divulgou até é o único completamente público, não seria difícil saber isso.

Cortesia do Livresco:

Ladrões de Bicicletas:

O problema do “mérito reconhecido”

O Cachimbo de Magritte:

Uma questão de pudor

O Insurgente:

Isto não vai acabar bem…

 

Os Cafeínicos:

O Fiscal do BPP

Vodka Atónito:

Sim, isto é verdade

Conheça o verdadeiro peso do Estado

O DN começa amanhã, dia 7 de Janeiro, a publicar na sua edição em papel um trabalho de investigação sobre o peso do Estado… no bolso dos contribuintes.

Ao longo de uma semana diremos aos nossos leitores quantas são  as entidades que movimentam dinheiros públicos, quanto custam e quantas destas são fiscalizadas. Daremos exemplos, apresentaremos gráficos com dados da Direcção-Geral  do Orçamento sobre a evolução da despesa ministério a ministério nos últimos dez anos e que foram cruzados pela nossa equipa de investigação. Mostraremos número de fundações, carros, despesas com flores, concertos e muito mais.

A investigação durou dois meses e teve como objectivo apresentar uma resposta para as questões que o cidadão comum coloca sobre o Estado para o qual contribui. Saber o número de entidades que recebem dinheiros públicos foi o primeiro desafio. Quantas há? O Governo não sabe ao certo e o Tribunal de Contas apenas fiscaliza uma ínfima parte. A grande maioria anda em roda livre e pode crer o leitor que são muitas. Se falta fiscalização e quem fiscalize é natural que a despesa vá aumentando de forma desmedida. Sobre esta realidade teremos a opinião e o contributo de vários especialistas que nos ajudam a entender onde é que o corte deveria ser drástico para endireitar de vez as contas.

O leitor vai ainda poder saber quantos é que são na realidade os funcionários do Estado e quanto é que custam os recibos verdes que aumentam de ano para ano. Também explicamos como é que o Estado compra e qual seria a melhor forma de poupar dinheiro. Poupança é o que não se verifica com as reformas milionárias e alguns salários de gestores públicos e com as derrapagens de obras que todos vamos continuar a pagar por mais uns anos. Leia e verá que os cargos públicos são boas rampas de lançamento. E as célebres PPP?

Página seguinte »