… se não destacasse este documento da Fenprof nomeadamente quanto a duas passagens:

Surge agora uma nova peça, de uma violência enorme, o projecto de despacho para a organização do próximo ano lectivo – a que a FENPROF já teve acesso por via indirecta – e que prevê alterações significativas às regras de elaboração dos horários dos docentes, bem como ao cálculo do número de horas de crédito atribuído às escolas para se organizarem e funcionarem.

O documento em causa, que surge agora (desde há uma semana, dia 29 de Dezembro, que o divulguei aqui), não contém nenhuma extrema novidade, apenas confirmando que nada do que se insinuou ser possível depois do acordo de há um ano teve concretização, apenas se agravando ainda mais o que já existia.

Só nesse particular, e por evidente sinal de alguma desconformidade emocional, é que se entende que se chegue a evocar o memorando de entendimento de Abril de 2008 (mas não o rasgaram? afinal eram bom como o acordo?) como algo a recordar com saudade e a própria MLRodrigues seja relembrada a uma luz positiva por comparação à sorridente Isabel Veiga Alçada.

Nele, são retiradas algumas balizas estabelecidas no âmbito do memorando de entendimento, em Abril de 2008, e Isabel Alçada, que se declarou preocupada com o horários dos professores, avança com um documento que, a concretizar-se, é bastante mais negativo do que o imposto por Lurdes Rodrigues.