Sábado, 1 de Janeiro, 2011


Dire Straits, Once Upon a Time in the West

Uma nova classe de professores

Com a “crise”, a tão badalada “crise”, cujas reais origens estão longe de ser aquelas que nos propagam os meios de comunicação mais influentes, surgiu uma classe evangelizadora dos pobres, que lhes expõe métodos de aprender a viver (nem sequer é “sobreviver”) com a crise. São economistas, sociólogos, psicólogos, jornalistas, nutricionistas, etc., que ensinam como uma refeição de pobre pode ser ainda mais pobre, mas mesmo assim sem que falte nada de importante. Ensinam como se deve poupar, mesmo onde a poupança já atascou quem passa por ela… em fome, em frio, em doença e em vergonha, sem, claro!, se mostrar aos outros que se passa fome, se passa frio, se padece de doença ou se sente qualquer vergonha.

Esses professores da pobreza parecem estar empenhados na criação dum super-pobre heróico, capaz de sobreviver estoicamente no meio do desrespeito e da degradação social, ante o olhar indiferente de quem os continua a roubar e os governa.

Ora, do que os pobres precisam não é de quem lhes diga como se devem vergar perante um destino inevitável, continuando eterna e desgraçadamente a ter uma vida indigna, enquanto outros lucram cada vez mais e desavergonhadamente com a sua miséria. Sejam eles novos-pobres ou pobre crónicos, do que precisam com mais urgência é de quem lhes ensine os seus direitos, quem lhes diga onde, como e porquê estão a ser roubados, de quem, no fundo, os ensine a revoltar.

António Galrinho

Professor

As reedições são de meados dos anos 80, mas os originais são quase seculares.

Sinceramente, isto ou é parvo ou toma-nos ainda por mais parvos do que somos…

Estudo do ME limitou-se a identificar frigilidades [sic] e não conhecimentos, diz director do GAVE

Sérvulo & Associados, legisladores e intérpretes autênticos

Worst Gear of the Year: 2010

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The Political Power of Social

Technology, the Public Sphere, and Political Change

The FP Top 100 Global Thinkers

When historians look back to the moment when the post-Cold War reign of American power ended, they may well settle on 2010 as a crucial year. Everywhere, it seemed, there were signs that the long-predicted “rise of the rest” had finally occurred, whether in the newfound assertiveness of fast-growing China or the impatient diplomacy of new powers like Brazil and Turkey. Foreign Policy’s second annual list of the Top 100 Global Thinkers fully reflects that new world.

2010: The Year the Internet Went to War

It was a year without parallel. Threat Level’s bread-and-butter themes of censorship, hacking, security, privacy, copyright and cyberwar were all represented in tug-of-war struggles with unprecedented outcomes.

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