Sobre a reforma curricular do Ensino Básico e, ao que parece, também do próprio Secundário?

Para sabermos exactamente o que lá se diz e não ficarmos apenas com farrapinhos de informação, disponibilizados à la carte, conforme as conveniências das fontes.

Ao contrário das forças sindicais, não acho que «as opções educativas não podem continuar condicionadas por cada mudança de ministro e por cada mudança de governo».

Por mim, devem mudar as opções educativas erradas. Manter-se as correctas. Será que Dias da Silva e Mário Nogueira defendem a continuidade das medidas tomadas em matéria de carreira e avaliação, mesmo tendo assinado o famigerado acordo?

Penso que não. Portanto… Repensem lá o princípio que enunciaram…

Eu acho que as ACND não estavam a funcionar correctamente e que era mais útil que essa carga horária fosse atribuída às disciplinas sacrificadas quando elas foram criadas, não desaparecendo apenas essas horas ou sendo transformadas em horas de frequência facultativa, logo, transitando para a componente não-lectiva dos docentes.

Não concordo com as opções anunciadas pelo Governo. Mas discordo delas porque representam um empobrecimento da oferta educativa. Não porque devam ser continuadas políticas de governo para governo, quando as opções estão erradas.