Todo o texto é por demais divertido… Não é só o título surripiado à inspiração insuperável do FS…

A recente nomeação de um ex-dirigente do SPGL para um cargo administrativo do Ministério da Educação levantou, em certa blogosfera, um enorme burburinho. As variadas e desvairadas opiniões produzidas sobre esse acontecimento revelam bizarras formas de estar, ou não estar, no sindicalismo e suscitam as seguintes considerações que, polémicas ou não, só a mim responsabilizam:

O Ministério da Educação não é uma Confederação Patronal. É uma estrutura do aparelho de Estado que emprega milhares de trabalhadores, a maioria dos quais alheios e até contrários à direcção política que conjunturalmente a dirige. Classificar como traição a passagem de um professor sindicalista para o Ministério da Educação é semelhante a chamar traidores a todos os professores que se opuseram ao actual modelo de gestão e agora são directores de escola.

 (continua…)