Terça-feira, 14 de Dezembro, 2010


Madredeus, Haja o que Houver

Comunicar:

A Torre do PISA e o túnel sob o Tejo

Os Dias do Pisco:

(Re)PISA

Mas confesso que não resisto e dedico-o à Maria Vinagre que logo aqui mais abaixo escreveu que eu ando a piorar com a idade. E certamente adivinhará a referência num nano-segundo.

Então é assim: a Fenprof anunciou (em tom grandiloquente, como é seu apanágio) uma jornada (grandiosa, claro) de luta para os finais de Março.

A questão que de forma verdadeiramente apalhaçada me ocorreu foi: qual o mês ideal para assinar qualquer coisinha, tendo como base uma inspiração folk?

E decidi fazer uma sondagem verdadeiramente fascinante:

Atentando bem, mesmo sendo eu mais fã dos Talking Heads, proponho Junho!

Vejam lá não marquem isso para o último fim de semana, que vai ser uma lócura!

Fenprof agenda protesto nacional de professores para final de Março

Claro que parto do princípio que é para 2011. Dá margem para assinarem qualquer coisa até final do ano lectivo.

Fenprof entrega em Janeiro providências cautelares para suspender cortes salariais

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) anunciou hoje a entrega no início de Janeiro de seis providências cautelares para suspender a redução salarial e equaciona a possibilidade de uma greve durante o período de correcção de exames nacionais.

Eu sei que já não recebo, em tempo útil, as consultas, mas mesmo assim a posteriori, gostaria de me pronunciar:

  • As providências cautelares são giras, dão para entreter, em especial no TAL de Beja, mas penso que sabem que – embora demorando – o que deve ser feito é o apoio a impugnações individuais dos cortes salariais.
  • Greve no período da correcção de exames é uma ideia de… bom. Vocês sabem. Que tal uma greve de zelo à papelada? Por exemplo, em que artigo do ECD sou obrigado a escrever sumários?

Este não é um post anti-sindical, ou para malhar, muito pelo contrário. É em defesa de um sindicalismo docente sério, a sério e que não busque apenas lugar à mesa das negociações e photo-ops.

A sério, cheguei a pensar que o homem subiria a fasquia para os 300%:

Jardim garante subsídio de 30 por cento aos funcionários públicos do Porto Santo


Mayer Hawthorne, No Strings
!!!, AM/FM

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