… na Lapónia ou num qualquer Centro Comercial a abafar naquelas fatiotas, por favor, traz-me um magalhão para que possa ser feliz, ter sucesso educativo, poder andar a cavalo e na piscina sem problemas e, assim esteja em idade casadoira, arranjar um ruipedro ou um engenheiro domingueiro com quem me conubiar ou, no mínimo, amancebar, para assim me tornar excepcional aos cortes, défices e outras coisas terríveis que a crise lá fora nos impôs neste mundo cão onde só a certificação (horizontal?) nos garante uma vidinha mais desempoeirada de dificuldades e mais convergente com os padrões europeus, assim haja dinheirinho para ir para os alpes no verão e para uma isla doiradita no inverno.

Muit’agradecida.