Não conheço o actual presidente do Conselho de Escolas. Na altura da eleição disseram-me ser colega muito respeitado e considerado entre os pares – directores – e espero que também entre os pares – professores na sua escola. penso mesmo que me disseram que é dos Directores que optou por dar aulas, mas não confirmei a informação.

Tive Esperança, fazendo o trocadilho.

Lendo a entrevista que hoje vem no Expresso, a principal sensação é de enorme desilusão, pois em metade das 11 respostas diz coisas com que discordo e as quais passarei a analisar com maior detalhe, tema a tema. E não é por dizer coisas que alguns possam considerar pouco corporativas (porque essas posso-as eu dizer em dobro9, é mesmo porque revelam uma visão claramente dúplice de algumas situações, em que só se exige a uns (profesores) enquanto se desresponsabilizam outros (alunos e directores).

Quanto à chamada para destaque da entrevista, que corresponde a algo que é dito desta forma no que está impresso, só posso dizer que se o que Manuel Esperança diz é verdade, então é porque ele como director e os avaliadores da sua escola (e das outras), ao contrário do que ele afirma numa das respostas, são pessoas incompetentes para avaliar. Ou pouco corajosas.

Expresso, 4 de Dezembro de 2010