Segunda-feira, 29 de Novembro, 2010


Lou Reed, Vicious

Não tem bídeo, mas o que interessa é a museca.

Cada um luta como pode.

17,5% de alunos assumem pertencer a um gangue

Mais de 17% de jovens entre os 12 e os 18 anos, estudantes em Lisboa e Porto, assumem que pertencem a gangues, enquanto 92% conseguem esconder dos pais e autoridades o tráfico de droga em que se envolvem. As conclusões são de um estudo da Escola de Criminologia do Porto.

O inquérito envolveu 2898 estudantes de 21 escolas da Área Metropolitana do Porto e 28 da de Lisboa, onde existem as maiores taxas de delinquência juvenil. Os números ainda são recentes e carecem de uma análise mais profunda, mas as conclusões merecem reflexão.

Remodelação? E O Tal Mentiroso Não?

Este ano reformaram-se 3000 professores. Dois casos, uma professora à beira da reforma e uma professora contratada à espera de entrar no quadro.

É uma forma de globalizar o que há em excesso por cá, porque nem só de Magalhães e carros da Autoeuropa pode viver a nossa balança comercial…

Portugal sob suspeita de corrupção na Argentina

Justiça argentina investiga um esquema de corrupção ao mais alto nível com empresas portuguesas do setor do transporte ferroviário. Contratos com a CP estão sob suspeita.

… do debate de sexta-feira, eu deixaria aqui alguns dos aspectos mais significativos, embora necessariamente sumários, das mais de duas horas de conversa, das convergências e divergências notadas.

  • Da parte do autor do livro, o ex-ministro David Justino, e apesar da postura jovial, foi sensível uma postura algo auto-justificativa em relação à sua obra nos dois sentidos – o livro propriamente dito e a sua passagem pelo ME. Em termos mais substantivo, questionou a ausência de uma visão estratégica para a Educação, por falta de consensualização das políticas desenvolvidas, fruto do excesso da luta político-partidária.
    • Da parte do moderador, Santa Castilho, que tentou introduzir os temas para discussão, destacaram-se, entre outros, dois aspectos: por um lado a opção por concentrar muito a crítica dos erros cometidos na pessoa do(a)s ministro(a)s e, por outro, a declaração pública que foi, enquanto membro do Governo, contra a ida para Boston da mais de uma centena de especialistas que foram lá  obter os seus mestrados em  inícios dos anos 80. Declarou, por exemplo, que o custo do investimento foi de 370.000 contos, o que na altura terá salvo as finanças da instituição em causa.
    • No meu caso, mais perto do final, achei por bem reforçar que é difícil fazer quaisquer reformas educativas sem a motivação dos professores no terreno e que a larga maioria está, neste momento, ainda num estado de grande mágoa e/ou desânimo, em virtude da campanha movida no mandato anterior contra a classe docente pelo poder político e alguma opinião publicada e que os ressentimentos deixaram ainda mais cicatrizes ao notar-se, durante 2010, que nada de substancial foi conseguido apesar da profunda mobilização conseguida nos anos anteriores.
    • Quanto à assistência, formada por perto de uma centena de pessoas, notou-se especial apoio a todas as intervenções que vincaram a diferença que existe entre o que sentem os professores no terreno e o que determinam os políticos e especialistas de gabinete.

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