É o que se observa no fim de um debate sem qualquer brilho, após a discussão na especialidade do OE. Fica tudo na mesma (para pior na opinião de 2/3 dos participantes de um fórum online do Parlamento Global), excepto no caso da manta de retalhos de tipo feudal em que se transformou o regime remuneratório da administração pública.

Discursos cinzentos, com Miguel Frasquilho pelo PSD a esquecer-se que, se tivéssemos aplicado a sua fórmula em 2002, estaríamos ainda pior, enquanto Afonso Candal do PS teve tempo de antena nacional para se despedir como deputado.

Teixeira dos Santos começou agora a falar, demonizando os “mercados” que atacaram as “dívidas soberanas”. Ou nunca leu Soros ou então não percebeu.