Quinta-feira, 25 de Novembro, 2010


Lou Reed/David Bowie, Dirty Boulevard

A small kid stands by the Lincoln Tunnel
he’s selling plastic roses for a buck
The traffic’s backed up to 39th street
the TV whores are calling the cops out for a suck

And back at the Wilshire, Pedro sits there dreaming
he’s found a book on magic in a garbage can
He looks at the pictures and stares at the cracked ceiling
“At the count of 3” he says, “I hope I can disappear”

Depois de ler muitos dos comentários ao post do malhanço, cheguei à conclusão que sim. É pena. Sempre pensei que a puridade não tinha preço. A minha não tem. Só que é de um modelo antiquado. Não pega de empurrão.

Já quanto a outros… será excesso de materialismo… não dialético.

Não acabou o PREC, somente o R. Em Curso de “engenheiria”.

Os Sindicatos Retomaram Hoje A Greve Do Costume


A SIC redime-se depois de ter feito uma reportagem miserável na véspera da greve.
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Escolas do 1º ciclo do Porto abrem as cantinas nas férias de Natal.

Hospitais e transportes podem pedir excepção no corte salarial

Empresas analisam excepção aprovada pelo PS, tendo em conta, entre outras questões, a concorrência no sector.

há por aqui alguma matéria para pensar

O secretário de Estado da Administração Pública, Gonçalo Castilho dos Santos, fez várias apresentações ao longo do dia para explicar como funciona o sistema. A ideia foi mostrar que “os números da greve não são números do Governo, mas dos serviços” e que “o Governo não trabalha por palpite”.

Os dados apresentados mostram que os ministérios mais afectados pela greve foram o da Justiça (51,3), das Finanças (43,3), da Saúde (38,6) e da Educação (26,5 por cento), o que se traduziu no encerramento de mais de duas mil escolas, de vários tribunais e serviços de registo e notariado e de todas as repartições de Finanças. Nenhum centro de saúde fechou portas, garantiu o secretário de Estado, que fez questão de realçar que “a grande maioria dos trabalhadores não aderiu à greve e que a maioria dos serviços esteve de porta aberta”.

A ideia não é apontar dedos… é considerar se, a partir daqui, não será mais adequado promover lutas sectoriais estruturadas em torno das reivindicações específicas de cada sector, para além das salariais…

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