Ou da falta dela, em busca dos efeitos mediáticos para consumo rápido?

O mistério dos números da greve

Nenhuma greve escapa à guerra dos números. A última greve geral – há 22 anos – foi disso exemplo: a adesão de 80 por cento apuradas pelos sindicatos transformou-se numa “greve parcialíssima” nas palavras do antigo primeiro-ministro, Cavaco Silva. Hoje, na hora de fazer as contas, não deverá ser muito diferente. Mas afinal o que muda nas contas dos empregadores e dos sindicatos para se chegarem a valores tão distintos?

Só espero que esta não dê os resultados da de 1988, ou seja, mais sete anos com o mesmo PM…