… repito que se acabarão por entalar os tansos que aguentaram a contestação anos a fio. Primeiro foram os juízes e procuradores do MP a mexerem-se, depois os funcionários do Parlamento, agora as empresas com capitais públicos. Nada contra essas conquistas, no que até se pode considerar uma forma hábil do Governo tentar neutralizar a insatisfação em alguns sectores cruciais. Mas nota-se que, de novo (relembremos que o congelamento anterior não atingiu os cargos directivos da AP), serão os mesmos de sempre a ser cortados, a menos que se mexam de forma menos previsível.