Que cada um viva o seu dia em Liberdade, de acordo com a sua consciência.

Ou seja, gostaria que a atitude geral fosse a antítese disto:

Quem não faz greve não tem princípios, é cobardolas e dá aulas porque enfim…não é professor.

Porque, não fazendo, respeito muito quem faz, com raríssimas excepções, sendo uma delas quem os outros 364 dias do ano se mantém de cabeça baixa e só a levanta quando a maioria a encobre e a outra (excepção) quem, no dia 25, estiver a preencher grelhas de evidências

No meu caso pessoal, que me desculpem os puristas, na minha modesta opinião, o mais fácil seria fazer a greve. Não a fazer, algo que  para mim é um imperativo assumido por razões políticas e pessoais desde que foi convocada , é uma opção impopular e talvez inesperada, mas só para quem menos me conheça. Só que a assumo.

Mas isso não implica que adjective de forma colorida e elabore juízos de valor sobre quem opta de outro modo.

 

Sejam LIVRES!