Domingo, 21 de Novembro, 2010


David Bowie, Rebel, Rebel

É a semana do David e eu a sentir que estou a ceder ao consenso.

Esteve para ser algo ainda mais consensual, mas…

Caetano Veloso, Sozinho

Hoje é sem hipóteses mais abertas ou por abrir. É mesmo às secas

Movimento de Pais em Sátão, no mínimo “caricato”

… e/ou com purpurinas?

Papa Bento XVI admite uso do preservativo para travar a sida

As principais frases de Bento XVI

Pais pagam contentor para os filhos terem as actividades extra curriculares, Aldeia de Linhaceira, Tomar.

Fazia-se o balanço de uma outra reunião atlântica nas páginas da Vida Mundial.

é apenas uma curiosidade, resultante de umas arrumações vespertinas…

Madness, Grey Day

The Logic of Collective Action

Special Interests and Economic Policy

O livro original, disponível no Google.

Uma leitura crítica da teoria.

… em especial a parte destacada:

Prós e contras de uma greve

(…)

Apesar de, em termos genéricos, a adesão às greves “tenha vindo a declinar”, António Dornelas diz-se curioso para ver se o mesmo “também se confirma numa greve geral”, convocada pelas duas centrais sindicais, a primeira desde 1988.

Quanto aos baixo grau de participação dos portugueses em acções colectivas de protesto, Dornelas invoca, como uma das razões, o paradoxo da acção colectiva, desenvolvido pelo cientista social americano Mancur Olson (1971): mesmo que todos os indivíduos de um determinado grupo sejam racionais e estejam concentrados nos seus próprios interesses, mesmo que todos saiam a ganhar, atingindo os seus objectivos comuns, se agirem em grupo, ainda assim eles não vão agir voluntariamente para promover esses interesses comuns e grupais.

“Ou sejam, o mais inteligente é não fazer greve, mas fazendo com que os outros a façam. O que significa que, se cada um dos indivíduos tomar este decisão racional, não há greve”, especifica António Dornelas.

Jorge Vala acrescenta a questão da ausência de eficácia política. “A adesão a uma greve tem custos muito grandes. O trabalhador perde a remuneração correspondente a esse dia e sente que a eficácia política da sua acção é reduzida. Há um sentimento de que não consegue influenciar/mudar a acção política”, afirma.

Este é, porém, um princípio geral. “Em grupos profissionais mais politizados, com maior compreensão sobre o funcionamento do mundo político e em que há uma experiência positiva do resultado na acção política, a mobilização tende a ser maior”, refere o mesmo investigador. “Veja-se o caso dos professores”.

Deve ser bom viver assim… completamente em dissociação ou desvinculação ou lá o que é…

“É preciso um governo de salvação nacional”

(…)

Neste momento, precisávamos de um governo de salvação nacional?

Julgo que era fundamental. Se houvesse o milagre de os partidos, em conjunto, encontrarem um governo de salvação nacional que agarrasse o País…

Mas como é que isso é possível com o tal quadro político que tanto desvaloriza e critica?

É por isso que eu falo em milagre! Se houvesse um milagre que levasse os partidos a abdicar dos interesses partidários, e pensar na salvação do País.

… porque isto pode ser enquadrado numa prática de autonomia e, ao contrário do que é afirmado, pode ter uma base legal no artigo 47º  do Estatuto do Aluno, em especial se a perturbação foi de molde a ultrapassar os limites da sala de aula e o procedimento disciplinar for despoletado. Também há que atender ao Regulamento Interno nesta matéria, antes de emitir opinião muito inflamada sobre o assunto.

Escola manda turma inteira reflectir em casa

Estudantes alegam ter sido suspensos sem processo disciplinar pela escola da Levada

Não é ela que está mal… é bom que se perceba… nós é que somos estúpidos e mal pagos.

Assessora de Ana Jorge ganha 7 mil euros mensais

Cláudia Borges,ex-jornalista da SIC e hoje assessora da ministra da Saúde, Ana Jorge, ganha mais do que a sua chefe . Tendo recebido 100 mil euros em 2009, Cláudia Borges ganhou mensalmente cerca de mais de 300 euros do que a ministra.

Embora este me pareça assim como que… não sei bem como explicar…

Porque a outros níveis o que se pode fazer? O ME tem do seu lado a legislação e os sindicatos, que a validaram, têm bastante dificuldade em admitir que assinaram certas coisas com escassa reflexão (mas não por falta de aviso…).

Caro Colega

Ao ler o post sobre mestrados que pela legislação em vigor “parece que nada contam”, lembrei-me dos casos da minha escola, pelo menos três, (eu e mais dois). Terminámos o nosso mestrado entre 2007/2010, não fomos titulares, embora tivéssemos concorrido ao primeiro concurso e agora dizem-nos que o nosso mestrado em nada vai contribuir para a progressão. Estamos os três no índice 245 e colegas com menos tempo de serviço já lá vão porque fizeram mestrado mas eram titulares.
Interrogo-me, como foi possível que a maioria dos sindicatos tivesse acordado um reposicionamento diferente devido à “titularidade”?
Onde pensa que podemos recorrer?

Cumprimentos

M. J.

]

Novembro de 2010

… ou eram meus(minhas) aluno(a)s ou eram amigo(a)s. Estou menos novo do que já fui… Chuifff…