… económico-financeira, político-institucional, mas principalmente ético-moral.

Associações de pais vão fundir-se em Azambuja

Como presidente de uma AP e vogal de uma Confederação de Pais pergunto a legalidade de tal proposta ou iniciativa, quando para se fundirem instituições legalmente constituídas, obrigatoriamente, terão de proceder à extinção das APs existentes.

Para extinguir uma AP terão de estar reunidos pelo menos 2/3 dos Pais. Tenho muitas dúvidas sobre a presença de um quórum desta natureza e como tal qualquer pai pode vir a impugnar esta decisão.

Pessoalmente sou de opinião que quanto mais AP’s existirem, maior é a participação dos pais, quanto mais associações existirem, maior é o serviço de cidadania.

Recordo também que as AP’s são as únicas entidades, parceiros educativos totalmente autonónomos e independentes do Ministério de Educação.

Não foram os pais que pediram a fusão de escolas, porquê fundirem as estruturas representativas de pais que legalmente existem?

As mega-escolas que falem com todas as AP’s. Esta é a sua obrigação. Os pais criarem uma mega estrutura representativa estão a prestar um mau serviço aos seus filhos e educandos e vão de encontro ao que o Ministério da Educação quer.

Alguma dúvida ou esclarecimento adicional, contactem. Obrigado.

Rui Martins, CNIPE e Apeagesatao