Isto não tem qualquer valor jurídico e, de uma vez por todas, era útil que as pessoas não se atemorizassem com as instruções de burocratas que por sua vez foram instruídos por outros burocratas para esvaziar o mais possível as possibilidades de progressão na carreira de acordo coma legislação feita pelo próprio NE.

A aplicação destes rodeios levaria a situações de tratamento desigual e produção de injustiças equivalentes ou maiores do que as decorrentes da ADD. É tempo de, de uma vez por todas, existir um mínimo de respeito e equidade (palavra muito cara a socialistas de ocasião, encavalitados em cargos de chefia na estrutura do ME) pelos professores e não apenas pelos formandos das Novas Oportunidades.

A governança da Educação e da carreiras dos docentes por mails e esclarecimentos apócrifos das DRE, que ninguém depois assume (como aconteceu e acontece com a pseudo-obrigatroriedade dos OI) deveria parar de vez. O feudalismo instalado no ME deveria ser combatido por quem ocupa lugares de responsabilidade, seja por parte da própria equipa política, totalmente desautorizada e desacreditada pelas DRE e DG, seja pelos sindicatos que parecem apenas preocupados em mobilizar para as ruas e não tanto para resolver estes problemas concretos.