Estranho sempre quando colegas adoptam posturas tão ou mais papistas que o Papa e seus cardeais.

Lendo e relendo o despacho 15248-A/2010 não encontro nada que legitime a interrupção os procedimentos relacionados com a avaliação intercalar e com as mudanças de escalão dela decorrentes até final deste ano civil.

O que este despacho determina é a suspensão de procedimentos concursais ou situações de mobilidade interna que impliquem um acréscimo na remuneração.

Em nenhum ponto do despacho se prevê a suspensão do processo de avaliação do desempenho, nomeadamente no que se refere a situações de progressão na carreira, no mesmo posto de trabalho.

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