… pelo que não acho despropositado perguntar se as escolas são uma espécie de cul-de-sac para os desempregados, sejam eles quais forem, não interessa se têm qualquer qualificação, competência ou apetência para lidar com crianças, em especial no caso das escolas do 1º ciclo.

Quando andam muito preocupados com rigor, qualidade e competências na Educação – e acho bem – consideram que esta forma de lidar com o recrutamento de auxiliares – ou qualquer outro eufemismo retórico que usem para designar a(o)s funcionária(o)s é e mais adequada?

A 3 euros a hora, 4 horas por dia?

A quem serve isto?

Aos alunos, às escolas e aos desempregados não é, por certo!

Porque não se trata apenas de recrutar mão de obra ao nível da servidão da gleba que está em causa. Está em causa quem deveria ter um mínimo de formação para estar num espaço como uma escola…

Não admira que depois a esquerda-bem-pensante-eduquesa-beluga coloque os seus rebentos no ensino privado e não se acanhe caso çles estendam um PPR, desculpem, um cheque-ensino…

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