Sábado, 25 de Setembro, 2010





Lady Gaga, Paparazzi (acústico)
Temper Trap, Fader
Goldfrapp, Ooh La La
Florence and the Machine, You’ve Got the Love

Tango?… Qual Tango?

Are You Tanguing To Me?

Na falta de uma colecção de cromos encavalitados, há uma de cavalinhos, com chave mágica e tudo.

E têm crina e tudo.

Para mais de 4 anos, o que confere.

Isto é bués coiso.

Falta de funcionários obriga mães a limpar a escola, Cordinhã, Cantanhede.

.
Falta de funcionários nas escolas levam a Confap e a Associação Nacional de Municípios a pedir ao parlamento para alterar as regras de contratação.

O que esta gente faz para poupar um mês de salário a pagar às funcionárias, desculpem, assistentes operacionais.

2010 State of the Blogosphere Survey – please give us 15 minutes.

Since 2004, Technorati has been tracking the Blogosphere through our State of the Blogosphere study. The goal of the study is to create a complete snapshot of the activities and interactions that make up the Blogosphere by asking you, the bloggers, to share some information about your habits. The survey includes questions like how, when and why you blog. Is this a side business, full time job or something you do for fun?

Please feel free to send this link to other bloggers you know. And be sure to check back on Technorati.com in November for a summary of the results.

The 2010 State of the Blogosphere Survey: http://research.opinionguru.com/mrIWeb/mrIWeb.dll?I.Project=A17275

Thank you!

(c) Antero Valério

Agora há apenas o atentado…

Sócrates acusa Passos Coelho de comportamento «impróprio»

M={X|X∉X}

… aquele que fez um dos primeiros turnos na função de coveiro da credibilidade da res publica…

“Esta é uma altura de salvação nacional”

O antigo líder dos social-democratas apela para que o “bom senso regresse rapidamente” ao líder do PSD e ao primeiro ministro.

“O que se passou nos últimos dias é um momento lamentável da vida política portuguesa e espero que termine muito depressa, termine já”, disse Pedro Santana Lopes.

E até simpatizo com o homem, porque parece genuíno, mas  o Tino de Rans também é e nem por isso…

… que está aqui sobre a possibilidade do OE não ser aprovada (o que o Expresso desmente e eu acredito porque eles têm boas fontes e melhores correntes).

Ao que parece as opiniões estão bastante divididas, embora com um predomínio para quem acha que seria porreiro o sistema de duodécimos (23%) e quem acha que, mesmo assim, é gravezito (19%).

Recupero aqui uma leitura sugerida há mais de três anos e meio sobre a ascensão da mentira como táctica e estratégia política em Inglaterra com o New Labour.

A obra em causa chegou a estar nas sugestões da barra lateral do Umbigo, antes de alguns problemas que levaram a uma remodelação que ficou a meio, pois é de leitura essencial para compreendermos como a derrapagem da nossa política mais não é do que um reflexo de metodologias experimentadas lá fora para manter o poder a todo o custo.

Eis uns curtos excertos:

New Labour under the leadership of Tony Blair took the view at a very early stage that it was quite legitimate to deeive in order to obtain power. The leadership seems to have felt that the Tories were so disgisting, and the alternative offered by Labour so thoroughly desirable, that almost any tactic short of political assassination was legitimate.

(…)

It is impossible to identify a precise moment when the New Labour government started to lie. It fell just into the habit. It did so without realising it, or admitting to itself it what was doing. In its own mind it remained honest, truthful and a standing reproach to the lying Tory government wich had preceded it.

It was almost as is there was a parallel world. One was lived in by ministers, their spin-doctors and spokespeople, while the other was inhabited by everyone else. Their remarks may have contained a special logic of their own, but were otherwise disconnected from real events. Ministers ceased to state what was really the case. Instead they made statements based on what they would like to have been the truth. (pp. 31-32 e 66)

A mentira

É mentira que os responsáveis do PS tinham razões para acreditar, durante a campanha eleitoral das últimas eleições legislativas (Setembro de 2009), que era possível cumprir o programa de obras públicas previsto no Programa do Governo e simultaneamente consolidar as contas públicas.

(…)

De todas as coisas más que aconteceram à política portuguesa nas últimas décadas, a banalização da mentira é certamente a pior. A mentira destrói qualquer viabilidade de construção de uma relação positiva dos cidadãos com os poderes públicos, corrói a confiança nos políticos até ao grau zero, mina o optimismo no futuro e, sobretudo, cria comportamentos desmobilizados e irresponsáveis nos governados. A mentira faz com que os políticos pareçam tolos e, sobretudo, faz com que não pareçam honestos – apenas adia a necessidade de confronto com a verdade, fazendo depois com que esse confronto doa muito mais, como uma dor de dentes que não é tratada. Por tudo isto, continuar a dar a entender que é patriótico alimentar uma confiança cega na nossa economia e que é contra os nossos interesses confrontar-nos com a verdade é uma das coisas mais irresponsáveis que ouvi.

Os prudentes sabem mudar

Ninguém ignora que a fonte do vitalismo e do crescimento do ensino superior nos países mais desenvolvidos da Europa e dos Estados Unidos se fez à custa da admissão de milhares de alunos seniores que aí procuraram uma formação que lhes permitisse sobreviver na feroz economia do mercado concorrencial, ou que aí regressaram para melhorar, ou mesmo reconverter a sua formação de base.

Para que isso acontecesse, foi necessário que essas universidades revelassem um grande grau de abertura à mudança, à incorporação do “novo” e uma clara percepção da estratégia a seguir face à evolução de uma sociedade cada vez mais erosiva e, logo, desactualizante.

A procura constante desse “novo” encontrou fundamentação no princípio de que o ensino superior é um dos recursos fundamentais e não esgotáveis para promover o bem-estar, a segurança pessoal e social dos povos e das nações, no pressuposto de que o capital intelectual tem tendência para substituir o capital financeiro e o capital físico, tornando-se, por isso, a pedra angular da prosperidade e do desenvolvimento.

As instituições de ensino superior mais prestigiadas souberam seduzir e cativar esses novos públicos que hoje as robustecem e as revigoram. Agiram bem, porque é sabido que existem milhares de cidadãos que se interrogam face ao seu futuro nesta sociedade global e de grande mobilidade de gentes e de saberes, conscientes que estão da necessidade de manterem uma aprendizagem permanente, já que a sociedade do conhecimento, dialecticamente, também gera a desactualização permanente.

Esses novos públicos são constituídos por adultos integrados na força do trabalho, que interiorizaram o princípio da aprendizagem ao longo da vida, procurando, por essa via, novos saberes que reforcem a qualidade do exercício da sua vida profissional e lhes abram novos caminhos, ou diferentes percursos, no seu processo de crescimento pessoal. Muitos outros procuraram as instituições de ensino superior numa idade ainda socialmente útil, mas em que os processos de reforma os encostaram à desocupação precoce, não compaginável com a vitalidade que ainda revelavam.

Neste desafio, foram as entidades privadas e de livre iniciativa que primeiro despertaram para a realidade, adequando a oferta à procura, enquanto que as instituições públicas se envolviam em processos de discussão endogâmica, que certamente lhes permitiu purificar, ao limite, a árvore, mas que as impediu de, em tempo útil, se lançarem na exploração do manancial oferecido pela floresta.

Claro que estes novos públicos obrigam a mudanças radicais nas rotinas organizacionais das instituições. Mudanças que abarcam sectores tão diferenciados quanto os que respeitam aos horários de funcionamento, à tutoria, à incorporação de novas tecnologias e do ensino a distância, tudo isso tendo em vista a criação de um clima organizacional de bem-estar e um atendimento pessoal e personalizado. Mudanças que envolvem, ainda, a criação de bibliotecas virtuais, ou a implementação de procedimentos de comunicação próximos do que poderíamos designar por uma “pedagogia digitalizada”.

Estes novos paradigmas educacionais encerram também a necessidade, inadiável, de exigir uma clarificação da designação das titulações das formações em vigor, assunto sobre o qual urge a busca de um consenso, pelo menos entre os países que integram a Comunidade Europeia, bem como os que se candidatam ao seu alargamento.

As alterações de que falamos exigem, finalmente, o apoio da opinião pública. Vale a pena o esforço de informação e marketing no sentido de tentar alterar as atitudes mais conservadoras quanto ao papel do ensino superior: o que se está a tentar mudar são estruturas demasiado enraizadas nas representações do cidadão médio e cujas alterações custam a compreender e a acompanhar.

Mau, muito mau mesmo, é não saber gerir os inevitáveis custos destas alterações, cultivando-se o natural imobilismo de instituições seculares que tardam em aceitar os novos desafios, a mudança e a necessidade de alterar atitudes de quem aí trabalha, tendo em vista uma plena inserção na sociedade do próximo futuro.

Péssimo, muito péssimo mesmo, é o marasmo dos governos e dos governantes que preferem deixar nas mãos (nem sempre limpas) das regras concorrenciais do mercado a sobrevivência das instituições de ensino superior, em vez de desenharem com essas mesmas instituições os novos percursos e o sentido da mudança desejada.

João Ruivo

ruivo@ipcb.pt

Nada a criticar a quem aproveitou as facilidades do sistema. Esgotaram as vagas de cursos com muita procura, graças a uma forma de acesso paralela?

Foi legal.

A prestar contas deveriam ser os legisladores que assim o permitiram.

Ficaram de fora tansos que fizeram o percurso regular, estudaram e mesmo assim ficaram de fora?

É azar, que este país não está para gente cumpridora, se é que quer vencer na vida. Está para ambiciosos, faxistas dominicais, encavalitados e adesivagem variada.

Em devido tempo houve quem avisasse que isto ia acontecer e agora é que aparece a Comissão Não Sei Quê a dizer que é injusto? Não, não é injusto e até eleva a auto-estima de quem assim entra na Universidade.

Vá lá, não sejam assim. Isto é a Desigualdade de Oportunidades que promove a Igualdade de Sucesso.

Não desdenhem. Podemos ter aqui matéria-prima para um futuro governo. Acham que fariam muito pior do que têm feito em toda esta última década? E quem diz esta última…

Expresso, 25 de Setembro de 2010, p. 1, com desenvolvimento na 22.

Ao contrário dos nº 2 e 3 da colecção, dispensáveis, este vale mesmo a pena comprar. E não é por ser póstumo mas apenas por ser de alguém que, sabendo reconverter antigos credos, acabou por tentar descobrir caminhos para uma qualquer foram de justiça, a qual nos falta em tantas facetas da vida.

Ruptura total entre Passos Coelho e Sócrates

O encontro de terça-feira em São Bento pôs fim ao que restava da confiança entre primeiro-ministro e líder da oposição. Sócrates apontou “inverdades” ao que o PSD disse sobre o encontro. Passos quer testemunhas para futuras reuniões.

O Estado está entregue a isto… é o que faz chegar ao topo de carreira quem subiu à custa de truques, habilidades e outros malabarismos, aprendidos em secções das jotas.

De qualquer modo, não tenho qualquer problema em afirmar que, em termos pessoais, não tenho quaisquer dúvidas que o engenheiro é o artista de serviço.

A Pedro Passos Coelho falta o engenho para perceber que do outro lado não está um interlocutor sério, mas um mero manipulador das palavras e actos.

… o pessoal é que não é colocado para poupar um par de meses de salários…

Falta de funcionários deixa escolas em risco

Caos mantém-se no início das aulas

Direcção-Geral dos Recursos Humanos da Educação confirma a falta de cerca de 1100 professores para preencherem horários sem candidatos.

Pais pagam papel higiénico a jardim-de-infância

Junta paga salário de auxiliares para abrir escola

Alunos do Monte da Caparica sem aulas em protesto

Cerca de 400 alunos do agrupamento de escolas da Rua Miradouro de Alfazima, no Monte da Caparica, faltaram hoje às aulas porque os encarregados de educação bloquearam as entradas na escola em protesto contra a falta de funcionários.

Rixa entre alunos causa confrontos entre pais em Braga

… quer dizer que os romenos não se dão com os ciganos, Nicolas Paul. Mas isso era generalizar, parece que o problema está nas “famílias”. Uma família é menos responsável do que o indivíduo que estaciona mal o carro.

Menina de nove anos agredida numa escola pelo pai de colega
 

Uma menina de nove anos foi hoje agredida numa escola do primeiro ciclo da cidade de Felgueiras pelo pai de outra aluna do estabelecimento, confirmou à Lusa a direção da escola.
Segundo Edgar Silva, do agrupamento de escolas D. Manuel Faria e Sousa, a agressão ocorreu no átrio da Escola de Moutelas e foi presenciada por alunos e professores. 
Fonte do comando da GNR também confirmou à Lusa a ocorrência, registada às 14h30.
Segundo a autoridade, quando os militares foram chamados à escola, o agressor já não se encontrava no local, mas os dados facultados pelas testemunhas permitiram a sua identificação.
“Vai ser agora elaborado o respetivo auto para ser enviado ao tribunal”, confirmou a fonte militar.
Uma testemunha disse entretanto à Lusa que o incidente começou quando uma criança do sexo feminino, com nove anos, que frequenta o terceiro ano, terá agredido outra com uma bofetada.
A vítima, também de nove anos, terá telefonado ao pai informando-o da situação e este entrou na escola, onde, no átrio do estabelecimento, agrediu a criança que alegadamente batera na filha, também com uma bofetada.

 Nunca, enquanto os adultos não crescerem. E sim, a culpa é deste Sócrates!!

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