Sexta-feira, 10 de Setembro, 2010


Miss Li, Dancing Liten

Laura Jansen, Single Girls

Início do ano lectivo num Centro Escolar, um caso, Bragança.
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Abertura de um novo colégio em Lisboa com capacidade para 1600 alunos. Colégio Pedro Arrupe, Parque das Nações.
Escola da Vinha Pedreira em Felgueiras, protestos dos pais contra a falta de um professor para uma turma.
Ui, se o presidente da junta de Piódão vos ouve!
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Numa escola de Moimenta da Beira -9 alunos no 1º ciclo e 12 no pré escolar- pais protestam contra o encerramento da escola.
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E…
Escolas visitadas e inauguradas pelo Primeiro Ministro
3:09 Primeiro Ministro apela ao reconhecimento do ensino profissional.
5:59 “Socrates I love you”, Sr. Ministra não podia também corrigir este menino?

Fui informado há um bocado que o Benfica perdeu pela 3ª vez em 4 jogos no Campeonato.

L’Assemblée adopte le report à 62 ans de l’âge légal de départ à la retraite

Com passagem e estadia paga, mesmo que curta, é claro, e sem ser em low cost porque eu gosto de bons pequenos-almoços:

Takashi Murakami at the Palace of Versailles

Japanese artist Takashi Murakami has filled 15 rooms at the Palace of Versailles with his first major retrospective in France.

No dia 15 vamos conhecer as Metas de Aprendizagem que irão ser testadas em 10 escolas. Entretanto, os novos programas de Língua Portuguesa, que eram para entrar em vigor este ano, ficaram adiados para o próximo.

Então, no caso da Língua Portuguesa, essas 10 escolas vão aplicar metas de Aprendizagem em Língua Portuguesa para o programa em vigor ou para o que stará no próximo ano?

Se as Metas foram definidas para o antigo programa, foi trabalho quase perdido, se foram para o novo isso quer dizer que nessas escolas já vão adoptar o novo programa?

A ideia e/ou conceito não é inovador, nem sequer para caracterizar o que por nós vai passando. Mas espero desenvolvê-lo em posterior ocasião, exemplificando como é o modelo que passou a governar a nossa Educação a partir das Finanças.. Por agora, apenas o estou a pré-definir, num texto para outro espaço online. Em devido tempo, aqui deixarei mais elementos.

O giro vai ser ver, na altura das inaugurações, todos a acotovelarem-se para ficarem no retrato para o Boletim Municipal ou três segundos no ecrã da televisão.

A recolha é do Livresco.

Aljustrel: Câmara assume Actividades de Enriquecimento Escolar

Alterando a sua estratégia na área da educação, o Município de Aljustrel assume Actividades de Enriquecimento Curricular.

Ano lectivo arranca com novas infra-estruturas e organização

O reordenamento do parque escolar de Tomar, que inclui a construção de novos centros escolares, origina a uma reorganização por parte dos diferentes agrupamentos.

Beja: Vereadores da CDU visitaram obras da autarquia

Cidade ganha escolas com qualidade superior

O Agrupamento de Escolas Cidade de Castelo Branco arranca o novo ano lectivo com um novo edifício, destinado ao pré-escolar e ao 1º ciclo. O investimento da autarquia foi de 920 mil euros. Para breve estarão também concluídas as obras da Afonso de Paiva.

Escolas secundárias prontas para receber alunos

As escolas secundárias Francisco Rodrigues Lobo e Domingos Sequeira, em Leiria, que sofreram profundas obras de remodelação, estão prontas para o arranque do ano lectivo, previsto para a próxima segunda-feira.
Os trabalhos naqueles dois estabelecimentos de ensino – num investimento de 26 milhões de euros -, começaram em Junho do ano passado e decorreram durante o anterior ano lectivo, sem interferir no normal funcionamento das aulas.

Jardim de Infância da Atalaia é inaugurado a 16 de Setembro

Município de Vendas Novas Inaugura Centro Educativo

Pólo Escolar de Anadia abre durante o primeiro período

Programa de modernização vai abranger 370 escolas

O presidente da Parque Escolar, Sintra Nunes, anunciou hoje que no final de Abril estarão concluídas as obras de requalificação em 104 secundárias, estando previsto o alargamento do programa a 370 escolas, contra as 332 inicialmente estimados.

Quatro novos equipamentos escolares em Setúbal

Primeira inauguração será pré-escolar da EB1 da Gâmbia

Os vereadores da Coligação Democrática Unitária (CDU) visitaram ontem, as obras que estão a decorrer no jardim público e no Centro Escolar do agrupamento Mário Beirão, em Beja. “Um jardim que pode levar mais tempo a abrir do que o previsto” e “um Centro Escolar cujas obras estão a bom ritmo” foi o que constataram.

Peça no Vida Económica de hoje (agradecendo ao Luís Cardoso o envio do pdf):

Clicar para ampliar e ler com atenção, porque o título pode enganar.

Todos os anos se fazem análises aos relatórios, estatísticas, gráficos, tabelas e executivos sumários das publicações que a OCDE lança cá para fora em forma de relance.

Todos os anos se fazem análises atomizadas sobre a realidade educativa nacional, por comparação com as de países como a Estónia, a Coreia, o México ou a Suíça, conforme os interesses do momento, os destaques da organização ou os digest comunicacionais que outrora vinham da 5 de Outubro e agora surgem do Terreiro do Paço ou São Bento.

De um ano para outro só parecem manter-se dois dados adquiridos: estamos mal e os professores ganham muito no topo da carreira. E daí se estabelece uma metateoria que podiam meter algures, mas não digo onde, não vá o demo dar-lhes prazer com a iniciativa analítica.

O que fica por fazer? Ir combinando os elementos que se podem recolher de ano para ano, seja na OCDE, seja em outras instâncias, combinando-os de forma a extrair um sentido, que ultrapasse as análises simplistas do tipo feijão com arroz produz metano.

Desculpem-me, mas ando assim, sem grande pachorra para inibir os pensamentos, apenas os tento acobertar com palavras mais esquivas do que desejaria.

Este ano foi possível perceber que os professores e alunos portugueses passam mais tempo do que os seus congéneres europeus, ocedianos e associados. É sabido que, apesar disso, o desempenho dos alunos portugueses é fraquinho, fraquinho, quando a média é comparada com a de outros.

Perante isso há que ser frontal e optar por seguir uma linha de análise, aproveitando outros elementos que também conhecemos.

  • Por exemplo, que em outros estudos ficou provado que, apesar do tempo passado na sala, em Portugal há um dos menores aproveitamentos em actividades lectivas propriamente ditas, por ser necessário interromper as aulas para tentar manter alguma ordem e trabalho entre os alunos.
  • Assim como sabemos que, ao contrário de outros países, entre nós estão sempre a ser feitos retoques em matérias que deveriam estabilizar, como sejam as regras disciplinares e suas consequências, as alterações periféricas do currículo e um sem número de indicações sobre a organização dos horários e do ano escolar. Isto para não falar na torrente legislativa que quase todos os anos surge em momentos diversos do ano lectivo.

Esta situação tem vindo a ser acompanhada por um discurso que culpabiliza sistematicamente os professores pelo fraco desempenho dos alunos e o fracasso das sucessivas reformas educativas promovidas pelo poder político.

O que é estranho porque, sendo feita tal análise e sucedendo-se reforma sobre reforma, assim como os mais variados truques para produzir estatísticas de sucesso, quando chamados às comparações internacionais, o desempenho dos alunos se mantém fraco.

A culpa é dos intermediários: os do topo são uns génios, e os da base também o são em potência. Os do meio é que são uns ineptos, e impedem o sucesso.

Aliás, qualquer indivíduo ao passar de aluno a professor passa de bestial a besta, só por assinar o livro de ponto no primeiro dia de aulas.

Há pistas, variadas, que quando combinadas de uma forma menos conveniente para quem se escusa sempre a assumir os seus erros, poderiam levar-nos a pensar que, porventura, se calhar e quiçá, serão as macro-políticas que estão erradas, ao estarem desajustadas das necessidades efectivas que se sentem no trabalho quotidiano nas escolas e nas salas de aula. Que, sei lá, talvez, seja o recorrente discurso oficial que descarrega nos professores os defeitos e falhas no sistema, que está desadequado e deveria ser substituído. Que, já agora que falamos nisso, os especialistas, ex-ministros, ex-secretários de estado, assessores, mais alguns satélites e parasitas que andam agarrados à 5 de Outubro de há 30 anos a esta parte, talvez tenham um quinhão de culpa no asneirame sucessivo que produziram, devendo repensar a verborreia que debitam sempre que têm saem dos cargos e descobrem as fórmulas mágicas que não aplicaram.

Atirar as culpas sempre para as costas dos professores, esquecendo que o nosso paradigma (falo nos professores que não ficaram traumatizados pelas aulas dos liceus de elite dos anos 50 e 60) já não é o deles, é uma estratégia facilitista, em particular por quem não faz a mínima ideia do que é dar aulas numa escola de subúrbio ou do interior rural, a adolescentes de hoje, com os problemas de hoje, turma após turma, hora após hora, aos 100, 150, 200 alunos por semana.

Seria bom que, de uma vez por todas, a estrutura político-administrativa da Educação (a que já está de novo incrustrada nas comissões e grupos de trabalho das metas de aprendizagem, dos reajustamentos curriculares e tudo isso), assumisse os seus falhanços. Até porque, e seria bom relembrar isto, foram já estas pessoas que formaram a generalidade dos professores em exercício, fosse em ramos de formação educacional nas faculdades, em cursos de formação inicial nas escolas superiores de educação ou em bibliografia pletórica produzida desde meados dos anos 80.

Se os professores de hoje são verdadeiramente culpados de algo, de perpetuar o velho paradigma, não será porque estes pseudo-defensores de um novo paradigma fracassaram como professore(a)s e formadore(a)s, eles próprios, sendo muitos dele(a)s lamentáveis exemplos para aquele(a)s que quiseram doutrinar, sem direito a contraditório, protesto ou dedo no ar?

Será que estas pessoas, cujos nomes encontramos ano após ano, ministério após ministério, comissão após comissão, sempre nas listas de quem está a preparar a salvação para o que não funcionou, sendo que o que não funcionou foram ele(a)s a delinear, não percebem que é tempo de darem lugar a outras pessoas, outras ideias, outros paradigmas?

Porque o velho paradigma são ele(a)s mesmo(a)s, agarrado(a)s há 15-20-25 anos às mesmas crenças, ao mesmo discurso, às mesmas fórmulas, mesmo se com cobertura retórica ligeiramente adaptada.

É que, como na política, esta geração de 60 (e seus delfins) que lutou (e disso faz gala como se de diploma vitalício se tratasse) contra os excessos ditatoriais, parece que lutou para substituir a velha elite e depois tornar-se ela mesma tão anquilosante como a que a antecedeu.

E lança as culpas sobre os outros, não vá dar-se o acaso de os quererem fazer cair dos cadeirões…

É tempo de fazerem o mea culpa e desviarem-se do caminho. Agradecemos os vossos serviços, mas falharam. Tenham a humildade de gozar a reforma e deixarem-nos, por uma vez, em paz nas escolas.

Parafraseando o outro que nos preside, deixem-nos trabalhar…

Deslarguem…

Um deles, por parte do poder político, é que algo de novo deve marcar o arranque do ano lectivo.

  • Este ano há diversas novidades, das quais a que dará mais confusão é a da introdução de um simulacro de Educação Sexual nas escolas. A sério… aquilo para o Ensino Básico é quase nada, muito menos motivo para alarido. Se fosse feito a sério, era simples: a questão era abordada nos agrupamentos ao nível do Conselho Geral para ser definida uma estratégia de acordo com todos os interessados. Como está a ser tratada a questão, com algum histrionismo das cúpulas dos movimentos anti-sexo já! e com alguma complacência pelos grupos do sexo-falado-pelo-sampaio-faz-dormir!, nada disto irá dar nada. Nem um ratito, quanto mais o que temem os arautos do apocalipse sem cuecas.
  • Uma outra novidade, conjuntural, tão boa para a propaganda do regime que até faz doer não existirem eleições (bem… não será assim… nem será por acaso que Cavaco Silva anda de novo a cortar fitas com a ME…), é a da fanfarra em torno da inauguração de 100 escolas no dia 5 de Outubro, para assinalar a secular herança republicana. Claro que não interessa nada que das 100 a inaugurar, umas já funcionem e outras só venham a funcionar quando acabadas. Assim como não interessa que antes de inaugurarem 100 fecharam 1000. E muito menos interessa que se destaque a completa contradição entre a política de concentração escolar desta República com a ideologia descentralizadora da outra República que, apesar dos seus defeitos, se orgulhava de levar a instrução pública aos recantos mais remotos de um Portugal muito mais difícil de alcançar do que agora. O que interessa é a manobra de propaganda, um pouco à moda das comemorações de outro regime que por cá tivemos, muito dado a assinalar as coisas desta maneira, mas desde que possam ficar todos na fotografia (e receber uns subsídios da Comissão para comemorar o Centenário), não há problema.

Entretanto, nada de fundamental muda, pois o desenho curricular do Ensino Básico continua distorcido, enquanto se definem Metas de Aprendizagem que apenas retomam, retocando, as competências essenciais definidas no Currículo Nacional do Ensino Básico.

Escolas sem autorização para usar cartões electrónicos

Os cartões electrónicos estão a funcionar na maioria das 1200 escolas dos 2.º e 3.º ciclos e do secundário do país sem a autorização prévia da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD), que é obrigatória por lei. Quem o diz é a secretária-geral daquela entidade independente, Isabel Cruz, que admite vir a actuar, caso chegue à CNPD alguma queixa relativa àquele sistema, que permite, entre outras coisas, controlar as entradas e as saídas dos alunos nas escolas.

‘Tão, vamos a isso.

Em tempo, a CNPD só sabe se lhe disserem.

Pois é, aqui está ele:

Combate Desigual

Coisas de reeileições e manifestações de apoio… só falta a placa preta com letras brancas numa varanda Arte Nova com e-Sardinheiras.

… fosse com algo de mais nacionalmente bucólico, até pelo hábito de?

Educação sexual vai esbarrar na falta de formação

Antes de mais, a resistência de algumas famílias que consideram que o sexo, a sexualidade e o conhecimento do corpo fazem mal à moral e aos bons costumes.

A seguir, o receio de muitos docentes que, no actual contexto, preferem claramente  tácticas defensivas de sobrevivência, perante os problemas que esta questão pode causar em termos profissionais, pessoais e mesmo mediáticos.

Tribunal de Braga suspende fecho de escola

Aceite providência de pais dos alunos da EB1 do Coucieiro. ME contesta hoje.

O Tribunal Administrativo e Fiscal de Braga (TAF) aceitou uma providência cautelar interposta pela Comissão de Pais da Escola Básica do 1.º ciclo de Coucieiro, Vila Verde, para travar o encerramento desta unidade. Os pais contam levar os filhos à escola na segunda- -feira, mas o Ministério da Educação (ME) entrega hoje a resposta ao tribunal.

Vila Verde: providência cautelar evita encerramento de escola

Comissão de pais de Coucieiro congratula-se com decisão

Vila Verde/Escolas: Tribunal aceitou providência cautelar de pais para evitar fecho da escola básica de Coucieiro

Recolhido no Jornal de Leiria pela São Carneiro.

Davam-se alvíssaras a quem identificasse a origem exacta, mas neste momento já se sabe.

Acabaram-Se As Férias Extra, Malandro !