Domingo, 5 de Setembro, 2010


Bob Dylan, Tight Connection To My Heart (Has Anyone Seen My Love)

Piloto Automático

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Quanto ao Objectos anterior – ainda não houve consenso. Aguardo, pois, um pouco mais.

Alunos das 9:00 às 18:00 na escola, alunos têm “ATL”  (será AECs?) da parte da manhã e aulas da parte da tarde, encarregada de educação e psicólogo contra os trabalhos de casa. Eduardo Sá, psicólogo, propõe “cruzada contra os trabalhos de casa” e maior atenção dos pais aos filhos.
Encarregado de educação fala da falta de tempo.
Comentário: uma escola obriga os alunos a passar 9 horas na escola, se calhar dentro da mesma sala, e uma mãe e um psicólogo protestam contra os trabalhos de casa?
No concelho de Chaves encerram 17 escolas, mantêm-se 4 escolas abertas (o deslocamento para o Centro Escolar seria superior a 20 minutos). Opiniões dos alunos e encarregados de educação e ex-presidente de junta sobre o encerramento de escolas . João Baptista, presidente da Câmara de Chaves fala sobre o encerramento de escolas,  Chaves é um dos concelhos com o maior número de encerramentos nas que são bem vistos pela autarquia, pela socialização dos alunos e pelo aumento de oferta oferta pedagógica.
Comentário: há uma escola que se mantém aberta porque tem alunos com necessidades educativas especiais. Mas afinal uma das justificações para o encerramento de escolas não são os melhores apoios prestados aos alunos nos centros escolares? Como é que existência de alunos com necessidades educativas justifica o não encerramento de uma escola?
“Afinal todas as crianças podem ser boas alunas”, percursos escolares alternativos para o sucesso escolar. Requito Josefo aluno da Escola Padre Alberto Neto.

Caros Ramiro, Octávio e Paulo

Envio-vos o link para o meu mais recente blogue, este de trabalho, onde darei conta da evolução do projecto “História em Movimento” dirigido a alunos do 3º Ciclo da EB 2/3 de Amarante.
Este blogue tem a particularidade de conter as ligações para todos os recursos pedagógicos em PowerPoint, por mim já realizados e reformulados e tornados a reformular…
Tem outra particularidade. Como me solicitam, frequentemente, via e-mail, a descodificação das apresentações, coisa que eu decidi não fazer, (por razões já bem explicadas no meu blogue- http://anabelapmatias.blogspot.com), principalmente com o argumento de quererem utilizar as minhas fotografias, decidi partilhar o meu espólio fotográfico, imenso, com todos os colegas que queiram utilizar as fotografias para fins educativos, desde que não omitam a autoria do trabalho.
As fotografias serão publicadas diariamente, procurando eu, sempre que possível, uma ligação entre o texto e a imagem.

Entretanto solicito-vos, se acharem interesse nesta partilha, a publicação nos vossos respectivos blogues para que este meu trabalho possa chegar ao maior número possível de pessoas.

http://historiaemmovimentoebamarante.blogspot.com/

Muito obrigada
Votos de excelente ano lectivo
Beijinhos

Anabela Magalhães

(c) João Esteves

Blog dos leitores (Falsos Diplomas = Falsa Modernização)

Texto traduzido e enviado pelo leitor António Campos:

“O jornalista Michael Bohm, editor da coluna de opinião do Moscow Times, acaba de publicar uma peça extremamente interessante sobre a corrupção no sistema educacional russo, o seu impacto no processo de modernização do país e, sobretudo, sobre a vontade das autoridades para resolver o problema. Aqui vai:

Falsos Diplomas = Falsa Modernização

Olá Paulo!

Tenho tentado acompanhar as angústias/dúvidas que alguns colegas têm apresentado no blog e pensei que talvez esta convocatória possa “sossegar” alguns espíritos…!!!!! Certamente que a estratégia a definir vai ser a melhor para todos!!!!!

Pseudónimo(a)

Sugestão do Luís Mourinha para este arranque de ano lectivo.

Vodpod videos no longer available.

O Que Queremos Para Os Nossos Filhos, posted with vodpod

A revista dirigida, presidida e editada por Alan Moore que se apresenta como sendo um underclassy underground magazine, mas que  é (talvez por isso mesmo) uma das melhores revistas em (escassa) circulação. Excelentes artigos, em especial um sobre a prisão dos editores de volumes one and six penny de literatura erótica britânica da primeira metade e meados do século XX.

Uma absolutamente deliciosa (falsa) ingenuidade.

(de ontem a 4 de Outubro, pelo CCB)

Clicar… para perceber como o Estado parece ter desistido do país que lhe pesa.

Cliquem para aceder ao texto que é quase equilibrado na sua factualidade. Anote-se, desde logo e sempre, a principal conquista positiva (a somar) de Isabel Alçada, causa e consequência do sorriso permanente.

Notou-se bem desde 6ª feira que boa parte dos frequentadores do Umbigo são avantistas militantes ou, pelo menos, praticantes, pelo que aqui fica o pedido para me enviarem imagens da vossa passagem pela Festa do Avante deste ano. Aqui pratica-se a pluralidade visual.

que se aprende o país que temos…

Vai fazer 40 quilómetros por dia para ter aulas

A Maria Helena Santos tem seis anos, mora no lugar do Tua, freguesia de Castanheiro, e vai para o primeiro ano. Como a escola da terra, que tinha 14 alunos, fechou as portas, vai ter de fazer todos os dias 40 quilómetros de autocarro (20 para cada lado) para ir para a escola, o novo Centro Escolar de Carrazeda de Ansiães.
(…)
O presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães não tem dúvidas: “Os alunos vão de mal para pior”. E explica: “O novo centro escolar não tem balneários, não tem equipamentos desportivos, não tem espaço coberto para as crianças brincarem, não tem cobertura no percurso de acesso à cantina e é um lugar difícil em época de Inverno”. José Luís Correia diz mesmo que não sabe “como é que os professores vão fazer, em dias de chuva, com quase 250 crianças naquele espaço”. Assegurando que “as crianças não vão ser felizes na escola nova”, o autarca mostra-se resignado, assegurando que “todos juntos, autarquia, pais e professores, vamos ter de viver o melhor possível com o problema”.

Cinco milhões de portugueses vivem do dinheiro do Estado

Impostos e descontos para Segurança Social só chegam para pagar salários e prestações sociais.
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E o Estado vive de quem?
Se vivem do Estado, já não descontaram ou descontam?
Já não trabalharam ou ainda trabalham?
E os especialistas ouvidos para a peça (Eduardo Catroga, Miguel Beleza) nada têm a ver com isto? Nem como governantes nem, eles próprios, como exemplo, de quem também recebe(u) do Estado?

Solicita-se a receita mais apropriada.

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Parabenizar, a propósito do “Objectos” anterior, resEdit, Caravela e matilde. Todos os outros também, pelo esforço fracturante. Diplomas e prémios é que não há, o governo não enviou os cheques, nem para aqui – nem para as escolas.