Sexta-feira, 3 de Setembro, 2010


Nina Simone, I Loves You Porgy

It’s the mark of a very, very young soul to try and fix the world. To try and save anyone from their ration of misery.

Chuck Palahniuk, Haunted

É o que dá juntarem aniversários de afilhados e compadres.

Despertada pelo mail de uma colega, a quem querem nomear relatora de colegas que estão acima dela na carreira, mas com grau académico inferior. Na prática, alguém que tem um mestrado, mas está num escalão abaixo dos potenciais avaliados.

O que diz o DR 2/2010 no artigo 13º é o seguinte:

3 — A escolha do relator deve obedecer aos seguintes critérios:
a) Pertencer ao mesmo grupo de recrutamento do avaliado e ter posicionamento na carreira e grau académico iguais ou superiores ao deste, sempre que possível;
b) Ser, preferencialmente, detentor de formação especializada em avaliação do desempenho.

A questão é: pode o coordenador optar de forma quase arbitrária por um dos critérios (senioridade na carreira ou prevalência do grau académico) na escolha dos relatores, não existindo formação especializada em qualquer dos casos?

A minha leitura é que esta é uma zona cinzenta, em que o poder do(a) coordenador(a) +e praticamente discricionário, na forma como as coisas estão descritas.

Read My Lips, No New Pedophiles

Porque deram-se como provados uns quantos crimes, no que terá sido uma imensidão de abusos (destes arguidos agora condenados ou de muitas outras pessoas) e as penas são assim como que gaivota-bacalhau, nem carne, nem peixe.

O site da TSF promete, mas quem acha o link directo, sem ser para o documento do Conselho Geral da Magistratura?

Vamos lá a saber: isto dá molho (leia-se, Carlos Cruz cumpre as ameaças de falar em outros nomes) ou não?

Eu tinha avisado.

[direi o que é no próximo “Objectos” e darei os parabéns aos que acertarem]

Post em aberto destinado ao comentário das novidades que forem surgindo. Seja no caso da sentença, seja no das conferências de imprensa que prometeram algum sangue, como é o caso da anunciada por Carlos Cruz para as 17 horas. Mas tudo deve acontecer com o atraso normal entre nós.

Iniciativa de Luta -13 de Setembro: É importante continuar a resistir!

Já sei que podem usar o argumento de que, tendo sido convidado a colaborar e não participando, o meu direito a crítica é menor, mas… por favor… não comecem a fazer coisa parecidas às vigílias e arruadas dos outros

Alunos do 1.º Ciclo recebem manuais escolares gratuitos

Todos os alunos do 1.0 Ciclo do Ensino Básico da rede pública do concelho da Marinha Grande vão receber manuais escolares de forma gratuita, numa iniciativa da câmara local. Os livros serão entregues em cada agrupamento de escolas no início deste ano lectivo e a sua distribuição pelas escolas e alunos contará com a colaboração dos professores.

Câmara da Guarda entrega vales a encarregados de educação

Câmara da Trofa oferece livros escolares a todos os alunos do 1º Ciclo

Centro Escolar de Angeja com concurso aberto

Com um valor base de 1.200.000 euros, mais IVA, a nova infra-estrutura vai ter capacidade para albergar até 200 alunos e ocupar uma área superior a 1.600 m2. O prazo de execução da obra é de 16 meses.

Crianças «especiais» podem perder apoios

Cerca de duas dezenas de crianças com necessidades educativas especiais, muitas das quais com doenças graves, correm o risco de ficar sem o apoio na área da psicomotricidade que recebem desde o ano 2000. Os serviços da tutela inviabilizaram, para já, a mobilidade dos dois docentes envolvidos e os pais não sabem o que devem fazer.

Escolas ultimam obras para o início das aulas

Na Jácome Ratton o ano lectivo arranca ainda nos antigos monoblocos enquanto os alunos do 2º e 3º ciclos da Escola D. Nuno Álvares Pereira começam as aulas já nas novas instalações.

Famalicão tambem vai oferecer os livros escolares aos alunos do 1º Ciclo

Marvão: Município contesta criação de agrupamento de escolas e interpôs providência cautelar

Substituição dos estabelecimentos antigos pelos novos centros escolares prossegue em Lousada

O mérito não é meu, é do comentador tt que se deu ao trabalho de ler até ao artigo 16º que tem a seguinte redacção, fruto da preguiça ou inépcia do legislador:

Artigo 16.º
Processo individual do aluno

1 — O processo individual do aluno acompanha-o ao longo de todo o seu percurso escolar, sendo devolvido aos pais ou encarregado de educação ou, se maior de idade, ao aluno, no termo da escolaridade obrigatória, ou, não se verificando interrupção no prosseguimento de estudos, aquando da conclusão do ensino secundário.

Eu sei que a escolaridade de doze anos pode não corresponder à conclusão do secundário, mas… talvez esta forma de legislar copy/paste pode trazer chatices… ou rectificações…

Adenda: Comparar com o artigo 32º do 279/98.